04 novembro 2016

50 perguntas antes dos 40

Quanto anos você se daria se não soubesse sua idade?
Uns 25, talvez?
O que é pior: aguentar a derrota ou nunca tentar?
Nunca tentar.
Já que a vida é tão curta, por que fazemos tantas coisas chatas e tão poucas coisas legais?
Porque somos responsáveis e independentes, e pra viver a parte legal é preciso lidar com a “chata”, que só é chata se você faz o que não gosta. 
Se o trabalho está acabado, tudo está dito e tudo está feito, no fim das contas houve mais palavras ou realizações?
Realizações.
Se pudesse mudar apenas uma coisa no mundo, o que seria?
Todo mundo. 
Se a felicidade fosse moeda, que trabalho te faria milionário?
E quem disse que eu já não sou rica?!
Você faz o que acredita ou tenta acreditar no que faz?
Faço o que acredito.
Se a vida durasse 40 anos, o que você mudaria na sua para aproveitá-la ao máximo?
Eita, tenho só 8 dias de vida, então?! Vou morrer antes do show do Guns ou depois?!
Chove, você precisa que te levem pra casa e um carro para. Quem dirige?
Ele...
O que mais te preocupa: fazer as coisas bem feitas ou corretamente?
Faço as duas ao mesmo tempo. 
Você está correndo com três pessoas de quem gosta e que respeita. Elas começam a criticar um amigo próximo sem saber que vocês são amigos. A crítica é humilhante e injusta. O que você faria?
Corto a conversa na hora. 
Se pudesse dar apenas um conselho a uma criança, qual seria?
Seja criança.
Você seria capaz de infringir uma lei para salvar o seu amor?
Quem não?!
Você viu loucura onde, depois, viu genialidade?
Todo os dias, na minha vida. 
Na sua vida, o que você faz que te diferencia dos outros?
Pra começar, não presto atenção nos outros pra saber se sou igual ou diferente. Sou igual ou diferente do resto?
Como é possível que o que te faz feliz não faz feliz aos demais?
Porque eles não tem coragem pra experimentar...
O que você quer fazer, mas ainda não fez? O que te impede?
Viajar o mundo. Medo de avião, tempo e grana...
Você está preso a alguma coisa que deveria deixar ir embora?
Não!
Se te oferecessem mudar para sempre a outro país, aonde você iria e por que?
Califórnia, nos Estados Unidos. Porque acho que deve ser a minha cara. 
Você aperta o botão para chamar o elevador mais de uma vez? Você realmente acha que ele virá mais rápido?
Não faço isso, e nem chamo dois elevadores ao mesmo tempo. 
O que você gostaria de ser: um gênio neurótico ou um tonto feliz?
Já sou a tonta feliz. 
Por que você é você?
Porque minha mãe me ensinou a ser assim. E eu gostei...
Se você pudesse escolher entre ser ou não seu próprio amigo, você começaria a amizade?
Claro, sou legal pra caralho! Tenho ótimos conselhos, sou uma ótima companhia... 
Você chega em casa e tem uma visita inesperada. Quem é?
O Papai Noel, porque sou uma boa menina...
O que te faz sentir agradecido?
A oportunidade que me é dada todos os dias. 
O que você prefere: perder todas as suas memórias ou não ter a possibilidade de ter novas?
Tem que escolher?! Anotar tudo num bloco de notas e dar espaço pras novas... Serve?!
É possível conhecer a verdade sem se esforçar?
Se você tiver que conhecer a verdade se esforçando, é porque tem mentira por trás. A verdade tá sempre na nossa cara, só não ver quem não quer...
O seu maior temor se transformou em realidade?
Ainda não, e espero que demore muito. 
Você se lembra o que te fez sofrer há 5 anos? Isso continua tendo o mesmo significado?
Sim. Não mais... Só me deixou mais esperta. 
Qual a melhor lembrança da sua infância? Por que é uma lembrança feliz?
Brincar na rua, porque era bom... 
Que acontecimentos do passado te fizeram sentir vivo?
Ter uma arma apontada pra cabeça e lembrar em segundos tudo o que já passou...
Se não é agora, quando?
Agora. 
Se você ainda não alcançou o que quer, o que você pode perder?
Não tenho nada a perder, já ganhei muito...
Você já esteve com alguém sem falar nenhuma palavra e depois sentiu que foi a melhor conversa da sua vida?
Opa!
É possível saber o que está bem e o que está mal sem ter dúvidas?
Nem sempre... As pessoas são capazes de disfarçar bem. 
Se te dessem um milhão de reais agora, você pediria demissão?
Não. 
O que te realiza mais: ter muito trabalho e ter a obrigação de fazê-lo, ou ter pouco trabalho, mas fazer o que gosta?
Ter muito trabalho e fazer o que gosto. 
Você tem a impressão de que o dia de hoje já se repetiu mais de cem vezes?
Não. 
Você pensa com a cabeça ou com o coração?
Com os dois. 
Se todos os seus conhecidos morressem amanhã, quem você visitaria hoje?
Eu morreria com eles. 
Você trocaria 10 anos da sua vida para ser mais bonito e reconhecido?
Não. 
Qual a diferença entre viver e existir?
Não sei, eu não existo. 
Quando vai chegar o dia em que valerá a pena arriscar e fazer o que parece certo?
Todos os dias, ué. 
Se aprendemos com nossos erros, por que temos medo de errar?
Eu não tenho. Tenho medo de perder tempo cometendo o mesmo erro várias vezes. 
O que você faria de outra forma se soubesse que ninguém iria te julgar?
E quem disse que eu ligo pra julgamentos? Eu faço o que gosto e quero, porque isso não machuca ninguém.
Quando foi a última vez que você escutou o som da sua respiração, ou a batida do seu coração?
E dá pra escutar a batida do próprio coração? Essa sorte é dada aos outros...
Você gosta de quê? As suas ações combinam com essas coisas?
Gosto do que faço, por dinheiro e diversão. Se minhas ações combinam? E eu lá preciso justificar?! Se ainda não é evidente é porque ainda não me conhece o bastante...
Qual o valor do seu sofrimento?
Não dou valor a ele...
As decisões devem ser tomadas aqui e agora. Quem toma as suas decisões?
Eu mesma. 
Qual a promessa mais importante que você já fez?
Conte comigo. 

06 agosto 2016

A lista

Quem vive, experimenta. Quanto você já experimentou?

Morar sozinho ✔️
Comprar carro novo ✔️
Fazer um cruzeiro
Casar ️
Separar
Se apaixonar ✔️
Faltar a escola ✔
Ver alguém nascer ✔️
Ver alguém morrer ✔️
Visitar o Nordeste✔️
Conhecer o Sul✔
Visitar os EUA ✔️
Conhecer Paris
Conhecer Londres
Visitar a África
Conhecer a China
Conhecer Buenos Aires
Aparecer na TV (foi rapidinho, mas quem tá contando?) ✔
Aparecer em um filme
Se apresentar numa peça de teatro✔
Se apresentar num espetáculo de dança ✔️
Fazer uma faculdade ✔
Dançar na chuva✔
Tocar guitarra
Cantar no karaoke ✔
Ver neve caindo
Chorar de tanto rir ✔
Andar em uma ambulância
Fazer xixi de tanto rir ✔
Chorar de soluçar até as lágrimas  secarem✔
Realizar um sonho✔
Tomar um porre✔
Ter um filho
Plantar uma árvore ✔️
Comprar uma bicicleta
Comprar um patins ✔
Escrever um livro ✔
Ter um animal doméstico✔
Curtir a praia olhando o pôr do sol✔
Ver o sol nascer sentado na areia da praia ✔️
Nadar sem roupa ✔️
Andar de trenó
Andar de Jet Ski ✔️
Andar de moto ✔
Saltar de um avião
Saltar de bungee jump
Fazer uma loucura de amor ✔️
Assistir um filme em um drive-in
Andar a camelo
Andar a cavalo
Aparecer no jornal ✔️
Aparecer em revistas  ✔
Fazer uma cirurgia ✔️
Ficar internado ✔️
Achar que ia morrer ✔
Andar de helicóptero
Doar sangue
Ir ao cinema sozinho ✔
Por um piercing
Fazer uma tatuagem ✔️ ✔️ ✔️ ✔️ ✔️ ✔️
Dirigir um carro automático
Fazer mergulho
Viajar sozinho ✔️
Ficar na parte de trás do carro de polícia ✔️
Ganhar multa por excesso de velocidade ✔️
Ter um osso quebrado ✔️
Ter pontos em algum lugar do corpo
Mudar de cidade
Ganhar na mega sena
Ganhar um prêmio em um bingo✔
Ganhar um concurso✔️
Colocar tudo num carro e começar a vida num novo lugar ✔️
Virar noite acordado festejando ✔

11 julho 2016

Eu estava por aí...

Quanto tempo, hein? Muitos meses se passaram desde a última postagem e muita água passou por baixo da ponte de lá pra cá. Meu afastamento daqui não foi proposital e nem planejado, mas o que posso dizer é o óbvio: eu estava vivendo a vida lá fora.

Conheci muita gente, gente boa e do bem - Deus se encarregou de tirar todo o lixo que cruzou meu caminho antes de me ensinar o básico: "Não seja troxa, as pessoas não mudam. Dê uma única chance pra que eles mostrem quem são. Você é boa demais pra desperdiçar seu tempo com quem e o que não te dá valor". Ele me deu essa aula mais de uma vez, de maneiras e com pessoas diferentes, situações diferentes... Levou um tempo, mas graduei.

De lá pra cá, dei muitas aulas. Tive muitas turmas. Comprei muitos livros. Estudei muitas páginas. Frequentei alguns cursos. Anotei. Ouvi. Aprendi mais ainda.

Executei movimentos novos no pole. Perdi o medo. Ganhei força e flexibilidade. Me conheci. E por conta disso, ganhei admiradores dos bons, que torcem pelo meu progresso, e dos maus, que torcem pra que eu me esborrache no chão ou que não dão o braço a torcer, porque admirar é nobre e nobreza não há no coração dessas pessoas. Por isso, não estão por perto (graças àquela lição e limpeza mencionada acima).

Recebi presentes, bilhetinhos, apertos nas bochechas, montinhos de abraços e  todas as formas de demonstração de amor e admiração.

Eu estava ocupada demais pra passar aqui e vomitar tudo de bom que passou pelo meu caminho. Estava vivendo e feliz. E sugiro que faça o mesmo. É saudável e faz bem pro coração. Conte coisas boas só depois que acontecerem, pra que elas aconteçam mesmo. E eu te desejo que virem realidade... E que você tenha o que e com quem compartilhar.

02 dezembro 2015

Como foi 2015?

Falta menos de um mês pra 2015 terminar... E resolvi dar uma olhada no que aconteceu nos últimos meses respondendo um quiz que postei num outro blog há alguns anos...

Como foi o seu ano, hein?

1. De 0 a 10, como foi seu ano?
11.

2. Se pudesse descrever 2015 em 3 palavras, quais seriam?
Trabalho, pole e Starbucks.

3. O que descobriu sobre você mesma?
Que sou mais forte do que imaginava. E um pouco mais flexível também...

4. Qual conquista te deixou mais orgulhosa?
É difícil apontar só uma. Mas diria que tem a ver com a minha carreira e aonde cheguei neste ano.

5. Qual foi a melhor notícia que recebeu?
Não recebi a notícia, mas ser efetivada no trabalho depois do curso de férias foi a melhor coisa que aconteceu em 2015.

6. Qual foi seu lugar favorito em 2015?
Room 52.

7. Quais das suas características pessoais foram as mais úteis neste ano?
Paciência e persistência.

8. Quem foi a pessoa com quem pode contar ao longo do ano?
Eu mesma.

9. Ao quê, ou a quem, é mais grata?
Todo mundo que cruzou meu caminho nesse ano foi importante. Minha coach teve um papel essencial no meu desenvolvimento profissional. Sou grata por todos os toques que me deu, pelas práticas, feedbacks e os “2 minutos”.

10. Qual nova habilidade você desenvolveu?
A de me prender de ponta cabeça numa barra foi a que eu jamais imaginei conseguir um dia.

11. Se alguém escrevesse um livro sobre a sua vida em 2015, qual gênero seria?
Acho que poderia ser de autoajuda. Só por acreditar que eu podia fazer alguma coisa quase impossível, não suportei ouvir desculpas dos outros.

12. Qual foi a lição mais importante que aprendeu em 2015?
Que priorizamos o que é realmente importante. Aprendi também que as pessoas não mudam. E que somos capazes de muita coisa quando queremos.

13. Qual bloqueio mental você superou?
Não superei 100%, mas por ser perfeccionista, me cobro demais e acabo sendo insegura. Acho que tô um pouco melhor... Hoje em dia não me preocupo em agradar ninguém, a não ser a mim mesma.

14. Quais foram as 5 pessoas com quem mais gostou de passar o tempo?
Impossível nomear só 5. Só no trabalho conheci mais de 10 e, no pole, são outras tantas...

15. Qual foi o melhor momento da sua carreira?
Acho que foi ouvir da minha coach que minha aula poderia ser considerada modelo.

16. Como o seu relacionamento com a sua família evoluiu?
Evoluiu “online-mente”. Criamos um grupo no Whatsapp e conversamos muito por lá, pelo menos diminui a distância...

17. Qual livro ou filme teve algum impacto na sua vida neste ano?
Eu nunca tinha lido o “Diário de Anne Frank” e acho que se eu tivesse lido quando todo mundo leu não teria entendido completamente. Deu pra perceber que o mundo era cruel e que não evoluímos muito... Também gostei bastante de “Eu, SA”, do Gene Simmons, me fez pensar um pouco sobre gastos e foco.

18. Qual foi a elogio que mais gostou de ouvir em 2015?
“Ae, garota!”,  “Dá pra ver sua evolução” e “Foi ótima!”.

19. Quais foram as pequenas coisas que você mais curtiu no dia-a-dia?
As piadas internas no trabalho. Tem coisas que dou risada em casa, sozinha, no final do dia...

20. Quais coisas legais você criou este ano?
Rapport com meus alunos.

21. Qual foi o estado mental mais comum neste ano?
Otimismo.

22. Há alguma coisa que fez pela primeira vez neste ano?
P-O-L-E!

23. Qual foi o momento preferido que passou com os amigos neste ano?
Não acho que tenha passado muitos momentos com eles ultimamente, mas meu aniversário foi bacana: estava no lugar que adoro e com pessoas que chegaram na minha vida neste ano. E, pela primeira vez depois de muitos anos, consegui passar esse dia feliz.

24. Pra qual grande objetivo você conseguiu começar a construir a base em 2015?
Profissionalmente, começando a trabalhar aonde estou, recebendo a ajuda de pessoas experientes e frequentando treinamentos. Tenho uma ideia do que quero e se pretendo chegar lá, preciso da base que tive este ano e que terei no próximo.

25. Qual preocupação foi desnecessária?
A de que manteria meu emprego...

26. Qual experiência gostaria de tentar de novo?
Quero tentar coisas novas... Parece clichê, né?

27. Qual foi o melhor presente que recebeu?
O livro que “emprestei” pra minha mãe e que me devolveu no dia do meu aniversário, com várias histórias sobre as nossas vidas, além dos bilhetinhos dos alunos no final dos semestres...

28. Como sua visão geral sobre a vida evoluiu?
Eu acho que este ano foi de muita descoberta: descobri que não preciso estar acompanhada pra estar feliz, que posso fazer o que eu imaginava que não era capaz, só bastava tentar... E que a felicidade vem das pequenas coisas.

29. Qual foi o maior problema que você resolveu?
Não me lembro de resolver problemas... Talvez um chuveiro queimado, a fechadura da porta, probleminhas com o carro... Nada que valesse cabelos brancos ou rugas. Depois de muitos anos morando sozinha, já sei me virar bem. Não gosto de burocracia e nem de resolver pepinos, mas a gente aprende a lidar com isso.

30. Qual foi o momento mais engraçado do ano, aquele que ainda faz você morrer de rir quando lembra?
Tem a ver com vídeos de cabras cantando...

31. Qual compra você fez que se tornou a melhor aquisição de 2015?
A minha barra de pole, que está no meio da minha sala.

32. O que faria diferente e por quê?
Talvez gastar menos dinheiro com livros?! Porque se quero trocar de carro não faz sentido gastar com livros...

33. Pelo quê você merece um aperto de mão e aquela batidinha nas costas?
Por não ter enlouquecido ou desistido.

34. Quais atividades fez com que perdesse a noção do tempo?
As aulas de pole, os cafés e livros na Starbucks, o preparo das aulas, e algumas aulas...

35. No que você mais pensou?
Em como ser melhor, tanto no trabalho quanto no que faço no dia a dia. E se estava mesmo preparada pra prestar o CPE no final do ano.

36. Quais tópicos mais gostou de aprender?
Classroom management e os moves mais avançadinhos do pole.

37. Qual novo hábito você passou a cultivar?
Passei a me alimentar melhor, larguei um pouco as besteiras, o refrigerante e o álcool.

38. Que conselho você daria a você mesmo no início do ano?
“Não perca tempo com gente idiota”.

39. Alguma coisa na sua vida deu uma baita guinada?
A vida toda.

40. O que - ou quem - teve um impacto positivo na sua vida neste ano?
Todos que entraram na minha vida neste ano foram e são importantes. Quero todos no ano que vem, pois me fizeram muito bem. Sou muito grata a todos eles. Se não sabiam disso ainda... Aqui está o meu “thank you very much”.

41. Qual foi a frase de 2015?
“Queixo no joelho”.

42. Você manteve suas promessas de ano novo? Fará novas resoluções na virada pra 2016?
Não fiz promessas, esqueci. E foi bom, porque não me senti “obrigada” a fazer nada. Acho que vou seguir esta nova tradição, porque deu certo. Resoluções criam expectativas e, como dizem, expectativas criam frustrações...

43. Alguém que você conhece deu à luz?
Sim! Minha prima Alice ganhou o Daniel.

44. Alguém que você conhece morreu?
Sim, o professor de inglês que tive no colegial (que me ensinou a gostar da língua) e que reencontrei na escola em que fui dar aulas quase 20 anos depois. Foi tão bom revê-lo e ver o orgulho que sentia de mim por ter escolhido essa profissão... E foi tão triste quando ele partiu.

45. Que lugares visitou?
Não viajei neste ano, não deu muito tempo. Visitei algumas Starbucks diferentes. Conta?

46. O que gostaria de ter em 2016 que não teve em 2015?
Mais dinheiro! E um carro novo...

47. Quais datas de 2015 ficarão na sua memória e por quê?
12 de Janeiro – primeiro dia de trabalho na Cultura Inglesa
26 de Fevereiro – primeira aula de pole fitness

48. Qual foi sua maior conquista do ano?
Meu novo emprego! Adoro o lugar aonde trabalho e aonde cheguei. Sou muito grata pela oportunidade que me foi confiada e dada.

49. Qual foi o seu maior fracasso?
Não ser capaz de enxergar que gente ruim não muda e dar chance pra quem nunca valeu a pena foi um “fracasso”. O tempo que perdi com essa pessoa não volta. Fica uma lição e isso não é fracasso.

50. Você sofreu alguma doença ou fratura?
Machuquei o joelho no pole, achava que tinha rompido os ligamentos, machucado o músculo, já estava na sofrência, achando que teria que parar de treinar. Mas duas semanas de repouso foram o suficiente pra me deixar seminova. Hoje, nem lembro da contusão.

51. Qual foi a pior coisa que comprou?
Não lembro... Acho que foi um carregador de celular pro carro, que não funcionou.

52. O comportamento de quem merece méritos?
O meu mesmo, ué. Fui paciente e persistente...

53. O comportamento de quem te deixou abatida e deprimida?
Não fiquei deprimida (nem vale a pena!), mas tive muita raiva de uma certa pessoa por acreditar que ela era capaz de mudar. Não sei se foi raiva desse idiota ou de mim mesma, por ser tão ingênua. Como disse, perdi tempo e tempo não se recupera.

54. Com o que mais gastou seu dinheiro?
Livros, cafés na Starbucks, roupas, comida, gasolina e contas. Muuuuitas contas!

55. Qual música vai marcar 2015?
“Am I Wrong?”, do Nico & Vinz, me faz lembrar dessa turma de alunos de 8-9 anos, cantando o refrão tão bonitinhos...

56. Comparando essa mesma época com o ano passado, você está:
- mais feliz ou mais triste? Beeeem mais feliz!
- mais magra ou mais gorda? Igual, só que mais forte.
- mais rica ou mais pobre? Igual (ou melhor?).

57. O que gostaria de ter mais tempo para fazer?
Estudar pra tirar meu CPE...

58. O que gostaria de ter feito menos?
Gostaria de ter perdido menos tempo surfando à toa na internet.

59. Como você pretende passar o Natal?
Com a minha família, em Santos. Vendo meus sobrinhos se divertindo com o Papai Noel...

60. Você se apaixonou em 2015?
Não. Só por mim mesma e por muitos momentos.

61. Qual foi seu programa de TV preferido?
Não assisto TV. Mas assisti muitos vídeos de pole no YouTube pra tentar aprender coisas novas...

62. Há alguém que você odeia agora e de quem gostava no ano passado?
Ódio dá câncer e se não gosto de alguém esse alguém não vale a minha saúde. Se alguém não me agrada, prefiro a indiferença.

63. Qual foi o melhor filme que assistiu neste ano?
“Clube de Compras Dalas”.

64. Que música mais te animou?
“Do or Die”, do 30 Seconds to Mars.

65. O que você queria e conseguiu?
Trabalhar na Cultura Inglesa.

66. O que você queria e não conseguiu?
Guardar dinheiro pra trocar de carro.

67. Qual foi sua comida favorita neste ano?
Abacate. E tudo o que é possível fazer com ele.

68. O que você fez no seu aniversário e quantos anos completou?
39! Tive o dia de folga e fiz tudo o que mais gosto: café da manhã na Starbucks, com direito a bebida de presente; aula de pole; show com amigos no Manifesto pra fechar o dia.

69. O que teria feito o seu ano mais satisfatório?
Eu não tenho do que reclamar... Mesmo!

70. Como você descreveria seu estilo em 2015?
Tive 3: o do trabalho (já que preciso seguir um dress code), o do pole (muitos, muitos, muuuuitos shorts) e o meu mesmo, que não mudou.

71. O que te manteve sã?
As aulas de pole...

72. Qual celebridade você mais admirou?
Jared Leto.

73. Que fato político mais te agitou?
Eu gostaria que a Dilma saísse do governo. Mas não me ligo em política. Já perdi a fé. É uma das coisas com a qual não perco tempo, discutindo ou entendendo.

74. De quem mais sentiu falta?
Da minha mãe...

75. Quem foi a melhor pessoa nova que conheceu?
Eu seria injusta se escolhesse só uma. Todas, absolutamente TODAS, as pessoas que conheci neste ano são incríveis. Tive muita sorte por ter encontrado cada uma.

76. Qual plano tinha para 2015 que não seguiu adiante?
Eu me lembro de ter começado uma conversa com uma amiga de ir pra Seattle nas férias de julho. Mas não tive férias e quando pensamos nisso, nossas vidas estavam diferentes. Também pretendia tirar o CPE, mas não tive tanto tempo pra me preparar pra uma prova tão cara!

77. Qual foi a maior lição que tirou de 2015?
Não criar expectativas pra não ter decepções. Tive respostas muito boas quando deixei a vida me surpreender. Além da história de tentar até o que parece impossível. A gente não tem ideia do que é capaz...

78. O que pretende levar para 2016?
A mesma persistência e paciência que me acompanhou em 2015.

79. Que letra de música resume o seu ano?
Unbrokendo Lynyrd Skynyrd  

80. Como pretende começar o próximo ano?
Na praia, tomando todo o sol que não vejo há um ano, lendo os livros que comprei e não tive tempo de ler e poleando nas placas de sinalização enquanto espero o farol abrir...

01 novembro 2015

Por aí...

Eu sei... Tenho andado "meio" ausente por aqui. Pura falta de tempo pra sentar na frente do computador e escrever alguma coisa. Apesar de muita coisa passar pela minha cabeça o tempo todo (pra isso não me dou folga...), quando tenho uma brecha aproveito pra ler, polear ou bater perna por aí.

Se sentir saudade, pode me procurar nos links que estão aí ao lado (ou pra facilitar a sua vida, segue a lista dos lugares onde pode me encontrar):

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Twitter
Instagram
YouTube

Ou no Snapchat: juwashington.

12 julho 2015

Meus lugares em São Paulo

Apesar do trânsito, da quantidade de gente, do prefeito horrível que a gente tem e das ciclo-faixas que ele espalhou por aqui eu adoro São Paulo. E, como boa paulistana, há lugares que frequento tanto que não tem como não recomendá-los aqui. Eis meu “Top 5”:

1. Starbucks
Mas não é qualquer uma. Tenho a minha preferida, que é perto de casa e do pole dance. Não importa a hora do dia, todos os atendentes de lá são sempre supersimpáticos. O único problema é a quantidade de gente que não consome nada ocupando as mesas nos horários comerciais. Cansei de entrar lá pra tomar um latte e desisti da ideia porque essa gente espaçosa e seus computadores estavam por todos os lados. Fora isso, também é recomendável evitar esta Starbucks em dias de jogos, shows no estádio do Morumbi e nos horários das saídas do Porto Seguro e Miguel de Cervantes. Nos dias de eventos, mais gente espaçosa fica por lá só pra usar o banheiro.
Rua Jeriquara, 109 – Morumbi

2. Livraria Cultura
Tenho três favoritas: a do Shopping Market Place, do Iguatemi (a única coisa realmente bacana neste shopping) e do Conjunto Nacional, na Paulista. Dá pra “perder” horas nessas livrarias... Os atendentes são super prestativos. É possível importar livros sem custos adicionais e já fiz isso mais de uma dezena de vezes: sempre respeitam os prazos. Só não recomendo a do Conjunto Nacional nos finais de semana, porque é sempre bem lotada.
Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2.073 – Bela Vista
Market Place – Avenida Dr. Chucri Zaidan, 902, piso 1 – Morumbi
Iguatemi – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232, piso 3 - Jardins

3. Manifesto
Lembro até hoje como fui parar neste lugar pela primeira vez e a impressão, de cara, foi ótima. Ninguém tá nem aí pro que você veste ou faz. Além disso, sempre encontro muitos amigos. De lá pra cá, a casa já passou por algumas reformas e sempre volta melhor. Gosto de um atendente em especial lá, o Fernando. Pra quem curte rock n’ roll não há lugar melhor. Recomendo as noites de sexta-feira (com hard rock) e sábado (sempre uma banda cover mais pesada). Sem falar na chance de cruzar com seus ídolos de passagem pelo Brasil enquanto você se esbalda por lá.
Rua Iguatemi, 36C – Itaim

4. El Kabong
Adoro comida mexicana e até hoje não comi nada tão gostoso quanto a comida de lá. Se bem que, quando levei o pessoal do Limp Bizkit (super acostumados a comer tex-mex em LA), o comentário foi de que nem se comparava com a comida mexicana que eles conhecem por lá. Mas, e daí? Eu adoro o chili e o Los Três Amigos. Vá às quartas, se você for mulher. Vale a pena! Além do cheque “double” (pra você voltar e comer o mesmo prato sem pagar nada), tem ainda double de frozen marguarita. O Long Island Iced Tea de lá também é um dos melhores.
Rua Mateus Grou, 15 – Pinheiros

5. Room 52
É onde pratico pole fitness. Há outras modalidades por lá e, mesmo sem conhece-las, recomendo o lugar de olhos fechados. As meninas e todos os professores com quem treinei são fofos! Se eu fosse você, trocaria suas visitas ao terapeuta por aulas de pole!
Rua Dom Armando Lombardi, 582 – Morumbi


Tenho duas listas no Foursquare, uma delas com lugares onde gosto de comer Check that out!

23 junho 2015

Bye, bye teacher...

No início deste ano, comentei com uns amigos que havia encontrado meu professor de inglês do colegial (sim, sou dessa época) dando aulas na mesma escola em que eu passaria o semestre dando aulas do idioma que aprendi com ele.  Depois de mais de 20 anos!

Era muito estranho dividir a sala dos professores com alguém que despertou em mim a paixão por essa língua (nenhum outro teacher tinha conseguido essa proeza...). Mas ele falava de mim pros outros com orgulho: "Ela foi minha aluna de inglês e agora dá aulas na Cultura Inglesa!".

Cruzava com ele toda terça-feira. Cruzei com ele na semana passada. O jeitão era o mesmo da época em que ele era o meu professor. Hoje, planejava encontrá-lo novamente pra (talvez) me despedir, já que hoje seria o dia de fechar o semestre com a minha turma de alunos. Mas Alguém tinha outros planos... Que dia triste.

Mesmo sem saber (ou vai saber?), o meu teacher começou meu dia ensinando mais uma lição: viva o hoje. Fale tudo o que tem pra dizer. Nem que seja "tchau". Diga. Na língua que for, mas fale.

16 junho 2015

Toda forma de amor

Esse último Dia dos Namorados deu o que falar, né? E pra desespero do deputado da PQP Marco Feliciano a tendência é “piorar”. “Piorar” entre aspas porque algumas pessoas ainda pensam que vivemos na Idade da Pedra, onde homem comia mulher e ponto. Ou pelo menos comia a mulher na frente dos outros e o resto às escondidas e ninguém sabia ou se importava, porque naquela época era vital sobreviver e não cuidar da vida alheia.

O Boticário lançou aquela campanha “polêmica” (vá se acostumando com as aspas, porque parece que serão muitas neste texto, e o que há dentro delas não reflete a minha opinião, mas a de uma sociedade hipócrita – sem aspas) para essa data tão especial que celebra o amor. AMOR, minha gente mente fechada, não se limita ao gênero oposto ao seu. Amor, como você ama estampar no seu Facebook, não tem limites e nem se coloca entre aspas. E por que raios o amor escolheria a quem amar?

Vou te dar um exemplo bem idiota: você tem seu animalzinho de estimação, certo? Gato, cachorro, cobra, passarinho, peixe ou a vaca da sua amiga, com quem você posta fotos, faz declarações apaixonadas, enche de mimos... A não ser que seja tudo falsidade, você expressa ali, nesses posts, o que sente por algo (ou alguém, na sua opinião). E, tudo bem. Porque, afinal de contas, beijar o focinho do seu cachorro peludo, que enfia o nariz no mijo de outro bicho enquanto você o leva pra passear na rua é OK, né?

Qual seria, então, o problema com a tal campanha publicitária que mostrou outras formas de amor, que não era aquela que você demonstra pelo seu gato, cachorro ou a piranha da sua amiga? O que há de errado em amar alguém igual a você?

Todo mundo pára pra ver briga na rua. Filma. Coloca no YouTube. Compartilha loucamente como se não houvesse amanhã. Essa semana mesmo, assisti um vídeo de dois bêbados quebrando o pau, em plena luz do dia, e logo embaixo muita gente comentando o post com KKKKKKKK’s infinitos. Dois homens brigando é engraçado, divertido, digno de compartilhamentos. Mas dois homens demonstrando sentimentos é tosco, nojento e desprezível? Reveja seus conceitos pré-históricos, bossais e ultrapassados urgentemente.

No ultimo final de semana, o final de semana dos namorados, enquanto eu comprava os meus próprios presentes numa livraria da Paulista, vi duas meninas apaixonadas trocando um rápido selinho e presentes. Em plena luz do dia, numa livraria lotada. Minha reação? Continuei a vida sem fazer drama, protesto ou baixaria. Ninguém morreu com isso e ninguém nunca morrerá. O Feliciano (e você que tem a cabeça fechada) que se acostume com a “modernidade”. Todo mundo pede amor, mas não perde a oportunidade de começar uma guerra, nem que o motivo da briga seja o próprio amor, oferecido àquele que não os convém.

Pra todos vocês que ainda condenam essa forma de amor, o meu desejo é que morram sozinhos, sem ninguém pra amar ou que os ame. E que você se contente – “apenas” – com o amor próprio, se é que tem algum já que rejeita o amor de um semelhante, né?

09 junho 2015

Quem quer uma boa dose de verdade?

Alguns bons anos atrás, entrei num relacionamento a distância que durou quase 1 ano. Trocávamos mensagens, ele vinha me visitar no Brasil com frequência e fazíamos planos. Até que num belo dia (era o feriado da Independência do Brasil), recebi um email de uma moça que dizia ser a namorada desta pessoa, o meu namorado. Na mensagem, ela contava sobre o relacionamento dos dois e como descobriu a minha existência. Minha primeira reação? Liguei na mesma hora pro filho da puta e exigi explicações. Eu tinha uns 25 anos, era imatura e respondi o email da coitada – que era tão vítima do safado quanto eu – com todo tipo de ofensas que você pode imaginar. Sim, essas mesmas e daí pra baixo.

Defendi o cafajeste, porque acreditei que a mulher era uma louca desvairada quando, na verdade, ela era uma alma iluminada tentando abrir meus olhos. Guardei o email e, um ano depois, resolvi responde-lo novamente, agradecendo a boa ação. O tom foi completamente diferente. Me desculpei pelas ofensas e me lembro de ter trocado algumas mensagens com a moça depois disso. O que ela tinha me dito era a mais absoluta verdade.

Alguns outros bons anos se passaram e, me vi no lugar dessa mulher: resolvi procurar a namorada de um cara que mantinha o relacionamento com nós duas quando descobri a infidelidade. Pisei em ovos ao abordá-la, porque já estive do outro lado da mensagem, mas pra minha surpresa ela disse que já desconfiava de algo. No começo, me agradeceu, admirou minha atitude, fez um milhão de elogios, mas no minuto seguinte ligou pro cara pra dizer que eu era biruta. Talvez não soube lidar com tanta informação e preferiu continuar acreditando na mentira.

Eu, no fundo, só queria me desculpar por qualquer mal estar que tivesse causado ao relacionamento dos dois. Não era minha culpa. Não era eu quem deveria me desculpar, mas resolvi fazer porque me sentia mal. Eu não sabia da existência dela. Tive boas intenções e, me fodi! Os dois se juntaram pra falar mal de mim. Não que eu ligasse pra isso, mas questionei a minha honestidade.

No início deste ano, recebi mais um desses e-mails surpresa. A moça abriu o coração, ouvi toda a história dela, falei da minha, comparamos e demos boas risadas. Afinal, éramos duas mulheres maduras, educadas e bem-resolvidas. Nos falamos até hoje. Nenhuma de nós procurou o cara em questão pra fofocar sobre as mensagens trocadas. Ia adiantar alguma coisa? O cara mentiu pra ambas! Ao procura-lo pra tirar satisfação, ele mentiria de novo, diria que éramos piradas e jamais assumiria a culpa. Mentirosos detestam ser questionados e descobertos. Fato!

Há alguns dias, resolvi conversar com alguém sobre o que ouvi a respeito dessa pessoa. Não havia namorado em questão, ou infidelidade, mas um passado em comum. A gente sempre acha que vai ajudar... Mas, nem sempre é visto assim. O que eu disse foi checado com o mentiroso, o mentiroso mentiu de novo. E, alguém acreditou... 

A questão é: até que ponto as pessoas querem mesmo ouvir a verdade? Ou será que elas gostam de ouvir a verdade só quando ela soa bem? Fechar os olhos pra ela não fará com que desapareça. Muitos se esquecem que nem sempre a verdade vem coberta com chantilly e com uma cereja no topo. Aprender a ouvi-la é uma lição diária, que faz crescer e é libertador. Estou sempre do lado e atrás dela, até porque fui educada assim. Mas, depois deste último episódio, não sei mais se gritaria a verdade pra qualquer um... Os mentirosos ainda são mais sedutores que os sinceros. Triste, né? Mas verdadeiro...