12 outubro 2009

30 (longos) dias...


Daqui um mês vou acordar com 33 anos. Nunca achei que chegaria tão longe... Afinal, Jesus morreu com a minha idade e ele era um santo. Bizarro, né? O que acontece é que nesta época do ano eu acabo pensando nas coisas mais malucas que alguém pode imaginar. Como esta, por exemplo. Talvez por isso chamem isso de inferno astral.
Esse ano começou uns dias mais cedo. Entrei na toca, pra ficar na minha, em casa mesmo, fazendo coisas que eu curto, longe de pessoas que possam tirar a minha paz ou que me deixam confusas. Anti-social mesmo! Pensando, pensando, pensando... Observando o que acontece a minha volta. Tomando algumas decisões. E eliminando tudo aquilo que não me faz bem, ou pessoas que não me acrescentam em nada. Reciclar é sempre bom. Às vezes, mais do que necessário. Talvez por isso nem relute quando algo que poderia me surpreender no resto do ano acontece nesta fase. O botão do "foda-se" foi acionado e tem dia certo pra ser desativado: 12 de novembro.
Por outro lado, já começo a pensar nas comemorações. E a infernizar (talvez por isso inferno astral) as pessoas com a contagem regressiva. Quem me conhece sabe que eu adoro comemorar meu aniversário e conto mesmo os dias pra isso. Igual criança! É como se eu tivesse que começar um caderno novo, num novo ano letivo e ter a oportunidade de escrever mais 365 páginas nele. É muita sorte... É fogo!

11 outubro 2009

Pensamento feminino


Eu devo ser meio antigona pra essas coisas, mas não consigo entender o que leva uma mulher a tirar a roupa pra uma revista ou site. E posso ser ainda mais antigona, ou até mesmo a única a ter bom senso, pra achar que isso tem a ver com prostituição. Ué, vamos lá: vender o corpo é prostituir-se. Ou não? Pelo menos foi assim que aprendi.
Um médico, por exemplo, estuda a vida toda pra ser quem é, trabalha duro e recebe o salário dele. Ou seja, é pago pelos serviços que presta. Nada mais justo. A mesma coisa eu. Ou você. Trabalha horrores e é (ou não, às vezes!) recompensado financeiramente pelos serviços prestados. Daí, a moça vai lá, tira a roupa, vende o produto dela (leia-se, o corpo) e ganha pra isso.
Já trabalhei em revistas de mulher pelada. Que fique bem claro: na parte inteligente, aquela que ninguém lê. E não conseguia entender o motivo que levava tanta mulher a posar pelada. Já vi de tudo... Feia, bonita, gorda, magra, mulher que se acha, mulher que tem que se achar mesmo porque é, mulher que deveria vestir burca porque é um trambolho sem roupa. Mas até hoje não consegui entender o que leva todas elas a aparecer na capa de uma revista como veio ao mundo. Tá certo, ganha-se muito dinheiro com isso. Mas tirando o financeiro, qual o objetivo? Mostrar talento?
Juro... ainda vou entender!

10 outubro 2009

O que te faz feliz?


Quisera eu ter o segredo da felicidade. Teria economizado tempo e um dinheirão com terapia, além de passar 100% do tempo sorrindo à toa. A boa notícia é que sei que não sou a única nesse barco.

O ser humano tem essa mania esquisita: a de nunca estar feliz com nada. Quem não acha a grama do vizinho mais verdinha e saudável é porque está acomodado. E mesmo gente acomodada é infeliz. Quem é saudável de verdade vai sempre achar que poderia ganhar mais, ter um carro melhor, morar numa casa maior, ter amigos mais legais, sair com alguém mais bonito e gostoso... Mesmo tendo tudo aquilo que um monte de gente inveja, você ainda vai achar que tem pouco e que é infeliz.

Felicidade, aliás, parece estar sempre num patamar mais alto do que aquele que podemos alcançar. Isso, na verdade, acontece porque estamos sempre nos comparando a alguém, ao invés de valorizar aquilo que já temos em mãos. Ou porque valorizamos demais aquilo que é material, quando na verdade o que mais nos faz feliz, dificilmente pode ser comprado no varejo. É errado deixar que a nossa felicidade dependa dos outros. Até porque os outros estarão sempre mais interessados em achar algo que os façam mais felizes ao invés de valorizar o fato de que ele te faz feliz. Ninguém é mais responsável pela sua felicidade do que você mesmo.

O que o outro faz pode até ser parte dela, mas deixar que o outro seja a sua felicidade só vai trazer o contrário. O que te faz feliz? Uma panelona de brigadeiro? Acordar tarde, sem despertador? Um dia ensolarado na praia? O sorriso de quem ama? Um e-mail no começo do dia? Um banho quente no final do dia? Um dia inesquecível no parque?

Eu já tenho a minha lista...

08 outubro 2009

13 anos


Mulheres, já pararam pra pensar que homem é um ser que não evolui? Nada contra a espécie, adoro, e acho que até morreria por um. Mas é bom deixar avisado, que teria que valer muuuuito a pena pra chegar a este ponto da loucura. Ainda consigo perfeitamente viver sem um.

Mas é triste saber que eles nunca passam dos 13 anos.

Quando eu tinha 13 anos, me apaixonei loucamente por um menino lindo, de 13 anos também. Namoramos, foi ótimo. A gente se divertia horrores, curtia as mesmas coisas, falava a mesma língua. Mas fiz 14, 15, 16 anos... e descobri que todos os demais ficaram parados nos 13. É por isso que tenho a sensação (pedófila), às vezes, de estar saindo sempre com caras mais novos do que eu.

Você quer manter um relacionamento bacana, e o cara só pensa em sexo. Você quer conversar coisas interessantes, ele só quer jogar videogame. Enquanto você curte livros, ele ainda coleciona Playboy ou sabe de cor o link de todos os sites de sacanagem. Você tenta combinar um programinha e ele quer ver futebol. Se você pega uma gripe, levanta da cama e vai trabalhar, enquanto ele precisa de mimos e parece estar a beira da morte, porque simplesmente não consegue lidar com febre e dores no corpo. Se vocês brigam, ele age como se fosse o dono da bola, leva tudo embora e ninguém joga mais!

Sexo, videogame, mulher pelada, futebol e manha... Coisas típicas dos garotos de 13. Falo isso porque trabalho com um monte de meninos nesta idade e vejo neles os mesmos hormônios e idiotices que vejo nos homens da minha idade. E não percebo nenhuma evolução. A não ser a vontade enorme que eles têm em ficar presos no tempo. É, maturidade é qualidade pra poucos. Depois é mulher que não evolui...

07 outubro 2009

Tem que valer a pena


No mundo dos negócios existe um cálculo chamado custo/benefício, que deveria ser usado em todas as circunstâncias da vida. O que todo mundo quer é se jogar nas coisas boa, sem pensar nas consequências. Mas a vida, mais cedo ou mais tarde, costuma mandar a conta.


Quem é que não gosta de comer um monte de besteiras, se entupir de chocolate, refrigerante, fritura e etc.? Mas se fizer isso, no dia seguinte vai morrer de remorso. É assim com tudo. Não só com a comida, mas com a diversão, os romances, o trabalho... Se fizer em excesso, vai sempre bater o arrependimento.


Existem dias em que tudo conspira a favor. A vida fica maravilhosa e você esquece que existem problemas. Mas eles existem e os mais difíceis de resolver são aqueles que envolvem sentimentos. Porque são nessas horas em que a gente costuma mandar a razão pro espaço e cair de boca na vida. "Ah, tá tudo tão bom, quero mais é aproveitar!", você pensa. Certo? Pois é... Daí você vai lá, deita e rola, curte tudo, sem ponderar nada, igualzinho ao que faria se pudesse comer chocolate todos os dias sem pensar nas consequências. Mas chega uma hora em que a vida vai entregar a conta, porque ela sempre entrega...

Antes de tomar qualquer decisão mais radical é sempre bom pensar, mas pra raciocinar é necessário ter a cabeça fria. E é claro que não se pode - e nem se deve - ser sensata o tempo todo. Mas é importante que a conta seja paga com prazer. E só pagamos com prazer aquilo que valeu de verdade.

05 outubro 2009

Fechado pra balanço

Acho engraçado como as pessoas gostam de ser psicólogas nas horas mais inconvenientes. Já fiz terapia, pagava uma grana por isso, mas ia lá ouvir conselhos com hora marcada, com uma profissional de verdade.

Tem gente que costuma dizer que terapias não servem pra nada. Mas eu aprendi muito com ela. Aprendi, por exemplo, a ignorar qualquer tipo de conselho. Já dizia o ditado: se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia. E eu sou pobre pra comprar conselhos, prefiro gastar minha grana em roupas, que me fazem muito mais feliz.

Toda vez que alguma coisa ruim ou triste acontece comigo, eu preciso de um tempo pra me recompor. Tem gente que faz o contrário: sai, enche a cara, vai ver os amigos, conversar, cair na esbórnia. Eu não. Preciso de tempo. Preciso sumir. Preciso pensar. Ficar sozinha. Aprender. Ficar mais forte. Mas é incrível, quase ninguém respeita isso.

As pessoas acham que devemos reagir aos nossos problemas e tristezas como elas reagiriam aos problemas e tristezas delas. Já cheguei a ouvir que, por agir assim, me isolando do mundo, estava sendo egoísta, não ligando pra preocupação das pessoas que gostam de mim. Egoísta? Eu?!

Agindo assim, são incapazes de perceber que, quanto mais tentam me fazer reagir como acham que deveria, mais me afastam deles. Tudo o que eu menos preciso é palpite. Se quisesse conselho, estaria ainda frequentando a terapia. Não preciso de ajuda. Já aprendi a lidar com essas situações. Já aprendi a reconhecer qual é o melhor remédio pra essas horas. E já aprendi que não tenho que mudar isso só pra não ver triste quem ainda não entendeu como eu funciono.

Me dê um tempo. Me deixe sozinha. Não bata na porta. Não diga que sumi. Por favor, não incomode. Quando eu quiser, eu volto... Inferno astral, logo mais passa. Por enquanto, tô fechada pra balanço.

29 setembro 2009

Vai estudar!

Li o resultado de uma pesquisa que me deixou triste: quase 80% dos adolescentes menores de 15 anos já beberam pelo menos uma vez na "vida", e 30% já tomaram um belo porre! Pra quase 100% deles comprar bebida é a coisa mais fácil do mundo e metade já fez isso na companhia de amigos.

Tem gente que pode até pensar que o resultado é forjado, que isso é surreal, que não existe. Imagina... menores de 13 anos bebendo algo que não seja suco, refrigerante ou leite? Pois é... É triste, mas é a realidade. Juro que fiquei chocada a primeira vez que ouvi de uma aluna minha histórias do primeiro porre dela aos 13 anos.

Talvez eu fosse uma tapada aos 15 anos. Mas "na minha época" ninguém bebia assim. Aliás, ninguém nem sequer bebia! Pode parecer discurso cristão (coisa que eu não sou!), mas falta família pros adolescentes hoje em dia.

Trabalho com eles e sei bem o que se passa na vida de cada um. E na cabeça também. Infelizmente, não é raro ouvir - depois do final de semana - que muitos deles foram pra festas na casa de amigos, também menores de idade, onde o que mais chamava a atenção era o open bar. Isso pra não falar em outros tipos de drogas que esse povo, aos 14-15 anos, já experimentou. Nem eu, com quase 33 anos de vida, bebi o que essa garotada bebeu com metade da minha idade.

Vender bebida a menores de idade é crime e dá cadeia. Mas quando quem compra são os pais, eu sou a favor da pena de morte. Não acho errado que seja ensinado dentro de casa o valor das coisas e que, nessas lições, possam existir aulas práticas. Afinal, a primeira vez que experimentei álcool (e cigarro, apesar de não fumar) foi quando ainda era criança e com o consentimento dos meus pais. Mas oferecer festas em casa pros filhos e amigos deles (filhos de outros pais) regada a cerveja, vodka e uísque já é passar dos limites antes mesmo do primeiro gole.

Adolescente tem que estudar, curtir a vida de forma saudável, ter os pais por perto pra ensinar o que é limite, o que é certo e o que pode causar dor lá na frente. Mas, o que se pode esperar de um país onde o que reina é a impunidade e o que o próprio presidente descaradamente mais bebe é cachaça? Estudar e ficar sóbrio pra quê, né?

26 setembro 2009

15 tweets de fama


Quem me conhece sabe que sou completamente (e eu falo sério) contra a inclusão digital. Tudo aquilo que é liberado pra todo mundo acaba virando o samba do crioulo doido. O povo perde a noção do bom senso. De verdade!
Quando o Orkut foi criado, tinha aquela história de ter que ser convidado por um amigo pra fazer parte da rede. Depois que liberou, virou zona. Agora, todo mundo se acha modelo. E deve agradecer a Santo Expedito todos os dias pelo aumento da quantidade de fotos que podem ser incluídas nos álbuns. E o pior: acham legal adicionar Deus, Jesus Cristo e todos os apóstolos mesmo sem conhecê-los. E pior ainda: mesmo não conhecendo, chamá-los de amore, lindo, querido.
Não felizes o bastante com o Orkut? Ah, criaram também uma conta no Facebook (e encheram o saco de todos os amigos com aquela história de Mafia War, Farmville e quizzes pra saber qual conselho a Maria Betânia te daria pra o dia - só pra informação dos meus amigos, tenho todos estes aplicativos bloqueados na minha página, então jamais vou saber o dia em que a sua ovelha tão cute morrer, sorry!). Muitos também postam todos os dias milhares de fotos fazendo biquinho no espelho do banheiro no Fotolog (lamentável deve ser não ter nenhum dos amigos do Orkut pra tirar uma foto sequer pra eles, né?). E a última gota d'água: fizeram uma conta no Twitter!!
Pois é... o Twitter! Às vezes, tenho a sensação de que a única frase em inglês que esse povo sabe responder é "What are you doing?". E tem gente que faz questão de realmente dizer, segundo a segundo, que raios está fazendo. Como se fosse muito interessante saber a hora que um Zé Ninguém acordou, ou que a Fulaninha foi dormir ou o que comeu no lanche da escola.
Eu lá quero saber o que você faz da vida? Segundo a segundo? Pelo amor de Deus!! Escreva um diário, e guarde-o na sua gaveta. Não seja desagradável, incomodando os outros, contando sua vida e tentando fazer parecer que ela é interessante. É famoso? Tem algo a dizer? Então, sinto muito, sua vida não me interessa!
É por este e outros zilhões de motivos que sou contra a inclusão digital. É legal saber o que os outros pensam sobre determinado assunto, contar uma piada de vez em quando, mandar uma frase legal... Mas saber a hora que você caga e peida? Ah, no... Thank you for sharing. Mas eu prefiro o seu anonimato!

22 setembro 2009

Por acaso, você faz melhor?


Tem gente que nasceu só pra encher o saco alheio. É incrível o dom nato dado a esse tipo de gente: o de criticar tudo e todos. O que mais me irrita é o fato de que quem gosta de meter o pau na iniciativa do outro é, geralmente, aquele (a) Zé Mané que não faz porra nenhuma da vida. Ou até faz... só que não passa do quesito meia-boca. Mas encher o saco, palpitar, apontar defeitos, é com ele (a) mesmo (a). Se ganhasse dinheiro com esta especialidade tava rico (a). Mas, fazer que é bom.... nunca!
Criticar é muito fácil. Qualquer um é capaz. Na verdade, não precisa nem fazer força. Iletrado ou diplomado. Não importa, qualquer um pode palpitar. A diferença é que quem critica, raramente, faz. Porque difícil mesmo é ir lá, arregaçar as mangas, colocar a mão na massa, dar a cara a tapa, fazer acontecer. Na verdade, morro de pena daqueles só sabem falar que fariam isso ou aquilo diferente, que adoram apontar os erros do que já está pronto, que sentem prazer em diminuir o outro pra - quem sabe - se sentir aquilo que não é. Considerações deste tipo de gente pequena, seja ela qual for, merecem ser descartadas. Iguais à elas.
Já estive em posições em que muitos criticariam aqueles que estavam abaixo de mim. Porém, jamais critiquei as pessoas que conheço, com quem trabalhei ou aquilo que faziam e fazem. Principalmente meus amigos e as pessoas de quem eu gosto. Posso achar uma merda, mas prefiro guardar a minha opinião a dizer o que mudaria. Nunca disse que faria diferente o que todos eles fizeram. Basicamente porque eles fizeram. Não eu. Eles merecem os méritos. Não tive a brilhante idéia de tomar aquela iniciativa, não me dei ao trabalho de fazer aquilo que passaram horas fazendo. Eles fizeram exatamente aquilo que eu não fiz. Merecem, portanto, o meu respeito. Admiro quem tem a coragem de tentar. Coisas pequenas ou grandes, pra mim, não faz diferença. Tenho pena mesmo daqueles que ficam com a bundona chata sentada aí falando mal dos outros.
Sou da seguinte teoria: se não está quebrado, não tem o que consertar. Ou seja, se você não tem capacidade pra fazer igual, ou melhor, não tente mudar o que alguém já fez. Não dê palpites. Cale a boca. Falar é fácil demais. E aprende-se cada vez mais cedo. Boca, todo mundo tem. Até bicho. Inteligência? Coragem? Força de vontade? E capacidade? Ah, isso é pra quem está menos preocupado em procurar a perfeição, e sim em, simplesmente, fazer.
Fale menos. Faça mais. Melhor, faça como quem faz: faça a diferença.

15 setembro 2009

Eu não mando aqui


Estava pensando... Por que nascemos com o coração no lugar errado? Ele deveria estar na cabeça, deveria ser racional, igual equações matemáticas, cheias de lógica (se bem que jamais consegui entendê-las também). Deveria... Mas não está. Ninguém gosta de alguém porque quer... Gosta-se porque sim. E ponto. Do contrário, as pessoas mais inteligentes jamais se apaixonariam, ou sofreriam menos ou saberiam controlar melhor o que sentem.

Ninguém gosta de outra pessoa pelas qualidades que ela tem. Já dizia Arnaldo Jabor que se isso fosse verdade, os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila enorme de pretendentes. O amor não obedece nenhuma razão. Tem gente que tem tendência a amar os certinhos, e outros... os cafajestes. Tem gente que não demonstra o que sente, outros mostram demais. Tem gente que ama pela paz que o outro traz, enquanto alguns amam pelo tormento que este sentimento provoca. Tem gente que procura segurança no amor, tem gente que prefere aproveitar cada segundo como se fosse o último. Você gosta do cheiro do outro, do toque que só ele tem, do beijo, do calor, da companhia e da cumplicidade que não conseguiu encontrar em mais ninguém. Gosta, e pronto. Não dá pra explicar o porquê. Porque se conseguisse, não estaria usando o coração.

Não importa. Gostar é assim. Simplesmente é. Não existe regra. Não funciona assim, ou assado. Não é algo sobre o qual se tem controle. Honestos, bonzinhos e simpáticos existem aos montes por aí, mas ninguém consegue ser igual àquele (a) filha da put*, galinha, miserável, safado (a) por quem você se apaixonou...