19 junho 2010

Patriotismo não é isso


Brasileiro só sabe ser patriota a cada 4 anos. Nem em ano de Jogos Olímpícos ele se esforça tanto pelo país. Se não tiver futebol no meio, brasileiro quer que o país se foda.
Começou outra Copa do Mundo (e eu tô contando os minutos pra isso acabar logo) e, de uma hora pra outra, ficou bonito carregar a bandeira verde-amarela no carro, pintar as unhas nessas cores, vestir a camisa. É muito blá blá blá pra quem, no fundo, não tá nem aí pro país onde mora.
Em dia de jogo todo mundo se mobiliza, sai do trabalho mais cedo, reúne a maior galera, prepara a festa. Mas reclama do país onde mora e não usa o mesmo esforço pra mudar alguma coisa por aqui.
Seria lindo se - mesmo que - de 4 em 4 anos, todo brasileiro parasse em prol do país onde mora. Reunisse os amigos pra juntar roupas e alimentos pra ajudar quem não tem. Se saísse do trabalho mais cedo pra montar uma ONG que ensina analfabetos a ler. Se, ao invés de encher a cara num bar na frente da TV, arregaçasse as mangas pra transformar isso aqui num lugar pra se ter orgulho. E não ser conhecido apenas como o país do futebol.
O Dunga escalou um bando de nego que tá bem de vida e que vai ganhar ainda mais dinheiro, ganhando ou não a Copa. Enquanto a sua vidinha vai continuar a mesma merda depois do mundial. Como torcer pro Brasil se o país pára pra ver um jogo de futebol?
*Só pra constar: ganhei, junto com uma das turmas de alunos que tenho, uma "competição" pra arrecadar roupas pra Campanha do Agasalho. Digo "competição", porque não acredito que ajudar seja competir. Fiz a minha parte, e não fiz mais do que a minha obrigação.

05 junho 2010

I do!


Hoje acordei com uma idéia na cabeça: quero me casar em Las Vegas! Pode parecer piada, eu sei. Mas não é. Na verdade, essa vontade nem é nova, não inclui meu noivo fantasiado de Elvis Presley e nem eu com uma perucona loira à lá Marilyn Monroe. Pra "desespero" da minha mãe, que um dia confessou que gostaria de ver a filha dela entrando na igreja de branco, véu e grinalda, a imagem que eu tenho do dia em que eu disser "sim" é bem mais rock n' roll.

Na verdade, nunca me imaginei casando. Apesar de ser "menina" e, lógico, querer dividir a minha vida com alguém, sempre achei que casamento não era evento. Talvez por isso não me veja "fantasiada" de noiva, cortando o bolo e bebendo champanhe numa festa lotada de gente que, um dia, passou pela minha vida. Deve ser algum distúrbio, ou falta do chip matrimonial no meu sistema, defeito ou excesso de hormônio masculino, que me fazem gostar só da festa de casamento dos outros. E não desejar, em nenhum momento, algo semelhante pra mim.

Sempre disse que trocaria a festa por uma viagem a dois. Afinal, casamento é isso. Coisa a dois. E não algo que precise incluir 200 convidados, bem-casado, padrinhos, damas-de-honra, lembrancinhas, igreja e um álbum de fotos.

Hoje, "surtada", pensei no meu: quero a lua-de-mel antes, uma road trip, que corte alguns dos quase 4 mil quilômetros da Route 66, de moto ou carro, tanto faz. Mas tem que ser no verão, porque quero passar boa parte de shorts e camiseta. Trocar de hotel (ou motel) todas as noites durante o percurso. Jantar na beira da estrada e beber Jack Daniel's. Casar numa dessas chapels de Las Vegas com vestido curto, brindar num cassino e passar a noite de núpcias num Bellagio qualquer.

Sem padre, juiz ou testemunhas. Só passaporte e uma taxa de US$65. Se for assim, exatamente assim... I do!

04 junho 2010

Segredo


É muito triste quando a gente não pode dividir com os outros a própria felicidade. Mas, fazer o quê? Enquanto os outros não aprenderem a controlar a inveja que sentem é assim que a minha banda vai tocar.
Já sou meio fechadona. Não gosto de sair contando as minhas coisas e nem dividir o que penso com todo mundo. Sou mais de ouvir e é assim que vou continuar sendo. Com todos.
Infelizmente, aquele velho ditado - "a inveja tem sono leve" - é verdadeiro. Não dá nem pra cochichar, que ela logo acorda. Se alimentar com detalhes, então... É uma pena que essa inveja toda venha de gente que se diz "amigo". Ao invés de torcer pro seu bem, eles querem exatamente aquilo que você conquistou. Acredito em olho gordo e sei que a macumba de muita gente aí é boa.
Meu santo é forte. Mas não é o Chuck Norris. E pros que torcem pra minha infelicidade, o recado: apesar de não ser nenhum Rambo, meu anjo-da-guarda gosta (e muito) de mim. E vai fazer o que for possível pra que todos aqueles desejos que as pessoas têm (secretamente) por mim, sejam retornados (e em dobro) pros seus respectivos remetentes.
A minha vida, que já era mantida trancada a 7 chaves, agora foi pro cofre!

26 maio 2010

Tô ficando velha...


Semana passada o Pacman comemorou 30 anos! E, não sei se é triste, mas lembro muito bem quando este jogo era o que havia de mais genial. Bom, naquela época, eu só podia jogar video-game no final de semana e quando chovia, porque nos outros dias da semana e de sol, podia ficar na rua, pulando amarelinha ou andando de bicicleta, até escurecer.

Trinta anos... Parece uma eternidade. Na verdade, é. Pra mim, uma vida inteira. Mas não dá pra acreditar em como as coisas mudaram e na velocidade em que isso tem acontecido. O que você aprende hoje, amanhã já não vai servir pra nada. Tudo tem se renovado muito rápido e ainda não consegui perceber se isso é bom ou ruim.

Assim como esse papo de reposição hormonal, vacinas pra tudo e uso excessivo de aparelhos eletrônicos que podem ou não causar danos à saúde, não deu pra notar se tanto avanço vai deixar o povo louco ou não.

Eu sou do tempo em que Orkut não existia. Aliás, a forma mais rápida de trocar mensagens com os amigos era durante as aulas e em bilhetinhos. Os lanches do McDonald's custavam R$4,50 e eram novidade! Meninas de 11 anos ainda acreditavam em Papai Noel e brincavam de boneca, enquanto os meninos de 13 jogavam botão. As novelas mexicanas eram inocentes, existia "Carrossel" e não "Rebeldes". Sou da época em que Plutão ainda era um planeta e as palavras ainda eram acentuadas. As festas de 15 anos não eram eventos e maquiagem era coisa de gente grande. Crianças tinham, no máximo, um Tamagotchi e não celulares. As fotos eram tiradas pra recordarem um momento e não pra lotarem os sites de relacionamento.

O Wii pode até ser bacana, modernão e tal... Mas a época do Atari era muito melhor!

07 maio 2010

Ídolos

"Crianças" de 16 anos deveriam estar na escola. Fato! E só deveriam sair de lá preparadas pra todos os tipos de perguntas. Inclusive as mais fáceis. Não é de se espantar quando lemos piadas sobre respostas absurdas dadas em provas de vestibular ou outros exames, como o Enem. Basta seguir "Perolas do Enem" no Twitter pra ver a criatividade (ou ignorância) das pessoas que se formam no nosso país.

Grande parte dos meus alunos idolatra Justin Bieber, aquele astro "mirim" de 16 anos que se acha tão gangstar quanto 50 Cent (mas que no fundo lembra bastante o filho de Vanilla Ice - Ice Baby). E depois do que vi, passei a entender o motivo de alguns deles limitarem seus conhecimentos a lançamentos de celulares, o iPod da moda ou as festinhas da semana.

Confesso que não senti pena do garoto. E acho mais do que justo que o vídeo em que ele aparece fazendo papel de ridículo num programa de entrevistas seja divulgado da forma como foi. Infelizmente, esta é a juventude que está sendo preparada para comandar o mundo daqui uns anos.

Na entrevista, um apresentador da Nova Zelândia pergunta a Justin - durante um jogo de Verdadeiro ou Falso - se Bieber significa basquete em alemão. Mesmo repetindo 200 vezes e mostrando a ficha pro bonitinho, ele não entende e desconversa, dizendo que na América não falam isso. O ídolo canadense tentou se explicar no Twitter. Deve ter convencido o bando de seguidores, mas não deve passar de ano na escola.

Pois é, tá na hora da criançada desligar o iPod, parar de fingir que ser gente-grande-que-faz-cara-de-mal é legal e estudar um pouco mais. Os meus ídolos eram bem mais inteligentes, talvez por isso a minha geração seja um pouco menos perdida que a atual.

03 maio 2010

Escolhas

Escolher algo nunca é fácil. Mesmo as escolhas mais simples, como o que comer, que roupa usar, aonde ir e tantas outras escolhas idiotas pedem atenção. Imagine decidir onde morar, que carreira seguir, com quem casar, com quem ficar, pra quem entregar seu coração...

Dizer "sim" a uma coisa é dizer "não" pra outra. Escolher isto significa renunciar aquilo! Toda escolha traz uma renúncia, todo "sim" traz um "não", ou todo "não" traz um "sim". E um "não" na hora certa (ou errada) pode mudar muita coisa.

Quando escolhemos uma noitada com os amigos, estamos renunciando uma noite de sono, tranquila. Quando escolhemos uma profissão, estamos renunciando todas as outras que poderiam nos satisfazer muito mais ou nos render uma grana bem melhor. Quando escolhemos alguém para estar junto da gente, acabamos deixando muitas outras pessoas de lado, muitas vezes bem mais interessantes.

Não temos o hábito de medir nossas escolhas. Nossa balança está sempre tombada para o lado do "sim". Porque é mais fácil escolher aquilo que parece mais fácil. Nossas escolhas estão sempre recheadas de emoção e não de razão. Escolhemos o que está ao nosso alcance, o que achamos que é nosso. Mas ainda assim, mesmo depois de escolher, achamos que temos direito a todo o resto que foi renunciado. Esquecemos que, aquilo que deixamos de lado, pode também querer renunciar.

Por isso, antes de escolher, é importante pensar na renúncia, olhar para os dois lados, para a mão e a contramão, pensar se vale mesmo a pena dizer um "sim" no lugar de um "não". Haverá horas em que renunciar será melhor que escolher. Mas se tiver que escolher esteja pronto pra encarar a renúncia e suas consequências. Eu escolhi ser feliz. A minha felicidade é muito importante pra depender das escolhas de outra pessoa. Principalmente daquelas que ainda não sabem bem o que querem da vida, que repetem o "talvez" ao invés de dizer "sim" ou "não".

28 abril 2010

Sozinhas, uni-vos?


Homens que procuram por uma Amélia precisam voltar ao século passado, quando as mocinhas estavam dispostas a fazer tudo (tudo mesmo) pra agradar e agarrar seu partidão. Hoje em dia, mulher que lava, passa e cozinha só pra prender o futuro marido virou raridade. Elas sabem se virar sozinha e estão bem assim, do jeito que estão.
Aliás, estão cada vez mais sozinhas. E não é por falta de opção. Mas as boas opções, assim como a Amélia, andam sumindo do mapa. Elas estão cada vez mais exigentes e nem um pouco a fim de perder tempo com relacionamentos que não chegam a lugar nenhum.
O inimigo do cupido é o rigor com que as mulheres andam escolhendo suas companhias. E não é pra menos. Pra ganhar espaço na vida das meninas, que estão cada vez mais conscientes de sua autossuficiência (e eu odeio essa nova gramática!), tem que ser bom. Mesmo! Elas estão aprendendo a buscar a gratificação em coisas que não dependem dos homens e, hoje, a solidão - apesar de não esquentar ninguém - não humilha mais.
Muitas delas cansaram de se dar mal ao colocar os homens como o centro de seus universos. Agora, eles são um dos planetas e estão no mesmo grau de importância das amigas, do trabalho, das baladinhas, dos animais de estimação, dos hobbies ou de um filme muito bom. E, quem disse que pra ser feliz tem que casar, ter filhos e cachorro?
São poucas as que procuram um protetor. Esse papel pode muito bem ser feito pelos pais, caso precisem de proteção. Elas querem um homem companheiro, que caminhe junto e que podem também chamar de amigo. Enquanto os homens, ou a maioria deles, só espera encontrar uma mulher para um relacionamento descartável.
Levar o amor a sério demais, pensar nisso o tempo todo como se fosse o único assunto no mundo, transbordar carência afetiva não fazem mais parte da pauta das solteironas. Elas estão percebendo que homem não é o único remédio pra solidão. Florais de Bach e amigos podem suprir esse buraco. E têm tapado todas as crateras pra maioria das moças. A verdade é que mulheres seguras, que confiam no próprio taco, são afrodisíacas. Escolhem mesmo e sabem que ninguém é a metade da laranja de ninguém. Elas nascem inteiras e não deixam na mão de qualquer um a responsabilidade de se sentir completas.

27 abril 2010

Não mata, mas deveria!


Dizem que decepção não mata, mas ensina a viver. Bom, não mata... Mas deveria. Não quem se decepciona, mas quem causa a decepção. Eu acho o ditado original meio sem cabimento, principalmente quando nos decepcionamos com pessoas que costumávamos gostar e admirar. Afinal, não dá pra voltar atrás e recuperar o tempo e a confiança perdidos. Confiança, tudo bem, mas o tempo é um bem precioso.
Ao longo da vida aprendemos regrinhas básicas pra manter uma boa convivência com o resto do planeta. Uma delas é saber respeitar o próximo. Isso está na Bíblia. Apesar de não precisar ser citado por Deus, respeito é a base de tudo. E, vale lembrar, conserva os dentes.
Mas, às vezes, tenho a impressão de que seres de outros planetas foram enviados à Terra com a única missão de provar que as pessoas não são assim tão boas como imaginamos. A decepção é um sentimento tão frustrante, que entristece até a mais forte das criaturas. Por que raios depositamos tanta esperança em alguém que não merece nem a nossa atenção? Será que somos nós, quem acreditamos no ser humano, os errados da questão? Ou será que os valores estão mesmo não valendo nada?
O bom é que a pior decepção é o melhor motivo pra se tentar algo novo, ou de novo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas, porque toda crise traz progressos. O decepcionado não deve se sentir culpado por ter depositado toda a admiração e confiança em quem o decepcionou. Porque foi ele quem aprendeu alguma lição, talvez da forma mais amarga e triste. Quem o decepcionou deve sentir vergonha por não valorizar tamanho respeito e consideração. Paciência... A vida tem que escolher alguém pra ser mais inteligente. E escolhe aqueles que sabem respeitar. Quem sofre, cresce. E pra aprender, é preciso ser humilde.

15 abril 2010

365 dias

Os últimos 365 dias passaram voando. Rápido demais. Talvez não para a maioria de nós, que nem nos damos conta do tempo que perdemos com tanta coisa pouco ou nada importante. Aliás, isso é o que mais nos consome e, ao mesmo tempo, o que mais faz com que não notemos o tempo passar.

Já reparou que não percebemos o quanto nosso cabelo cresce a cada dia? O quanto a nossa pele muda? A fisionomia? O quanto crescemos, ou diminuimos? Mas pra quem tá começando a vida, cada dia conta. E muito. Todo dia é dia de descobertas e, na verdade, deveríamos ver a vida da mesma forma, como uma criança que acabou de chegar ao mundo. Porque é exatamente isso o que somos: novos no lado de cá, cheios de coisas pra aprender, não importa o quão "velho" achamos que somos.

A cada dia percebo que não é a idade que temos que comprova a experiência que podemos ter em ensinar. Seríamos pobres de espírito se pensássemos que, quanto mais velhos ficamos, menos temos a aprender e mais a ensinar.

Mesmo estando 3 décadas na minha frente, minha sobrinha, às vésperas de completar 1 ano de vida, é a minha maior professora. Mesmo sendo novinha, é ela quem me ensina uma forma diferente de ver a vida. É ela quem me mostra que rir das coisas mais simples pode ser divertido. Que não há problema nenhum em cair quando se está aprendendo a andar, porque isso faz parte. Depois do tombo, levantar e tentar outra vez pode ser indolor. Nem que pra chegar onde se quer seja preciso se apoiar nas paredes. É ela quem me ensina que confiança se ganha no dia a dia e que olhar nos olhos é a melhor maneira de se comunicar quando ainda não há palavras. Que nem sempre se chega longe caminhando sozinha, mas que o mais importante é dar o primeiro passo.

É uma pena que tenhamos que crescer um dia e deixar de aprender as coisas da forma mais simples, experimentando. É uma pena que não tenhamos prestado tanta atenção aos últimos 365 dias... Mas é bom saber que ainda podemos aprender a prestar atenção aos próximos que virão por aí.

14 abril 2010

Planos pra me livrar da exaustão


É incrível como rotina me entedia. Me tira do sério, de verdade! Adoro trabalhar, não nasci pra ser madame e nem pretendo viver às custas de ninguém, mas acho que todo trabalho/emprego tem prazo de validade. Talvez por isso não entenda as pessoas que passam 10-15 anos trabalhando no mesmo lugar ou fazendo exatamente a mesma coisa.

Comodismo não é comigo. Depois de um tempo, exercer a mesma função, conviver com as mesmas pessoas, fazer a mesma coisa, dirigir o mesmo trajeto e respeitar os mesmos horários perde a graça, deixa de acrescentar, não faz crescer, não leva a lugar nenhum e isso, na minha opinião, não é bom. O trabalho que, antes, era tão elogiado, passa a receber a mesma crítica feita pela minha mãe quando eu ainda estava na escola: a de que não fiz nada além da minha obrigação. E obrigações já bastam as que tenho por aí, com prazo de validade e código de barras.

Ser humano precisa de desafio, estímulo, mudanças pra crescer e aprender. E começar algo novo é, a princípio, a melhor saída contra o tédio e a exaustão.

Ando bem cansada. Exausta, pra ser sincera. Apesar de gostar (muito) do que faço, não acho saudável me sentir dessa forma. Ver minha vida social mudar pro status off, perceber que ando priorizando coisas erradas e colocando todo o meu esforço em algo que não me traz mais benefícios, mas sim esgotamento e irritação.

Dinheiro é bom. Eu gosto de ganhar o meu, é lógico. Todo mundo trabalha pra ganhar o seu também, mas dinheiro é só o fim de um processo, é uma recompensa por algo bom que se faz. E fazer algo de que gostamos não tem preço.

Ando considerando mudanças, porque acredito que mudar é preciso. Necessário até. Lógico que esta mudança não vai acontecer da noite pro dia (seria ótimo, mas não é bem assim...). Pra conseguir resultados diferentes, temos que tentar algo que nunca fizemos. O meu hoje me incomoda, me afasta das coisas que gosto de fazer, me deixa cada vez mais distante das pessoas que amo e, pior, de mim mesma. Planos é o que não me falta. Colocá-los em prática é uma questão de tempo.