Quem vive, experimenta. Quanto você já experimentou?
Morar sozinho ✔️
Comprar carro novo ✔️
Fazer um cruzeiro
Casar ️
Separar
Se apaixonar ✔️
Faltar a escola ✔
Ver alguém nascer ✔️
Ver alguém morrer ✔️
Visitar o Nordeste✔️
Conhecer o Sul✔
Visitar os EUA ✔️
Conhecer Paris
Conhecer Londres
Visitar a África
Conhecer a China
Conhecer Buenos Aires
Aparecer na TV (foi rapidinho, mas quem tá contando?) ✔
Aparecer em um filme
Se apresentar numa peça de teatro✔
Se apresentar num espetáculo de dança ✔️
Fazer uma faculdade ✔
Dançar na chuva✔
Tocar guitarra
Cantar no karaoke ✔
Ver neve caindo
Chorar de tanto rir ✔
Andar em uma ambulância
Fazer xixi de tanto rir ✔
Chorar de soluçar até as lágrimas secarem✔
Realizar um sonho✔
Tomar um porre✔
Ter um filho
Plantar uma árvore ✔️
Comprar uma bicicleta
Comprar um patins ✔
Escrever um livro ✔
Ter um animal doméstico✔
Curtir a praia olhando o pôr do sol✔
Ver o sol nascer sentado na areia da praia ✔️
Nadar sem roupa ✔️
Andar de trenó
Andar de Jet Ski ✔️
Andar de moto ✔
Saltar de um avião
Saltar de bungee jump
Fazer uma loucura de amor ✔️
Assistir um filme em um drive-in
Andar a camelo
Andar a cavalo
Aparecer no jornal ✔️
Aparecer em revistas ✔
Fazer uma cirurgia ✔️
Ficar internado ✔️
Achar que ia morrer ✔
Andar de helicóptero
Doar sangue
Ir ao cinema sozinho ✔
Por um piercing
Fazer uma tatuagem ✔️ ✔️ ✔️ ✔️ ✔️ ✔️
Dirigir um carro automático
Fazer mergulho
Viajar sozinho ✔️
Ficar na parte de trás do carro de polícia ✔️
Ganhar multa por excesso de velocidade ✔️
Ter um osso quebrado ✔️
Ter pontos em algum lugar do corpo
Mudar de cidade
Ganhar na mega sena
Ganhar um prêmio em um bingo✔
Ganhar um concurso✔️
Colocar tudo num carro e começar a vida num novo lugar ✔️
Virar noite acordado festejando ✔
06 agosto 2016
11 julho 2016
Eu estava por aí...
Quanto tempo, hein? Muitos meses se passaram desde a última postagem e muita água passou por baixo da ponte de lá pra cá. Meu afastamento daqui não foi proposital e nem planejado, mas o que posso dizer é o óbvio: eu estava vivendo a vida lá fora.
Conheci muita gente, gente boa e do bem - Deus se encarregou de tirar todo o lixo que cruzou meu caminho antes de me ensinar o básico: "Não seja troxa, as pessoas não mudam. Dê uma única chance pra que eles mostrem quem são. Você é boa demais pra desperdiçar seu tempo com quem e o que não te dá valor". Ele me deu essa aula mais de uma vez, de maneiras e com pessoas diferentes, situações diferentes... Levou um tempo, mas graduei.
De lá pra cá, dei muitas aulas. Tive muitas turmas. Comprei muitos livros. Estudei muitas páginas. Frequentei alguns cursos. Anotei. Ouvi. Aprendi mais ainda.
Executei movimentos novos no pole. Perdi o medo. Ganhei força e flexibilidade. Me conheci. E por conta disso, ganhei admiradores dos bons, que torcem pelo meu progresso, e dos maus, que torcem pra que eu me esborrache no chão ou que não dão o braço a torcer, porque admirar é nobre e nobreza não há no coração dessas pessoas. Por isso, não estão por perto (graças àquela lição e limpeza mencionada acima).
Recebi presentes, bilhetinhos, apertos nas bochechas, montinhos de abraços e todas as formas de demonstração de amor e admiração.
Eu estava ocupada demais pra passar aqui e vomitar tudo de bom que passou pelo meu caminho. Estava vivendo e feliz. E sugiro que faça o mesmo. É saudável e faz bem pro coração. Conte coisas boas só depois que acontecerem, pra que elas aconteçam mesmo. E eu te desejo que virem realidade... E que você tenha o que e com quem compartilhar.
Conheci muita gente, gente boa e do bem - Deus se encarregou de tirar todo o lixo que cruzou meu caminho antes de me ensinar o básico: "Não seja troxa, as pessoas não mudam. Dê uma única chance pra que eles mostrem quem são. Você é boa demais pra desperdiçar seu tempo com quem e o que não te dá valor". Ele me deu essa aula mais de uma vez, de maneiras e com pessoas diferentes, situações diferentes... Levou um tempo, mas graduei.
De lá pra cá, dei muitas aulas. Tive muitas turmas. Comprei muitos livros. Estudei muitas páginas. Frequentei alguns cursos. Anotei. Ouvi. Aprendi mais ainda.
Executei movimentos novos no pole. Perdi o medo. Ganhei força e flexibilidade. Me conheci. E por conta disso, ganhei admiradores dos bons, que torcem pelo meu progresso, e dos maus, que torcem pra que eu me esborrache no chão ou que não dão o braço a torcer, porque admirar é nobre e nobreza não há no coração dessas pessoas. Por isso, não estão por perto (graças àquela lição e limpeza mencionada acima).
Recebi presentes, bilhetinhos, apertos nas bochechas, montinhos de abraços e todas as formas de demonstração de amor e admiração.
Eu estava ocupada demais pra passar aqui e vomitar tudo de bom que passou pelo meu caminho. Estava vivendo e feliz. E sugiro que faça o mesmo. É saudável e faz bem pro coração. Conte coisas boas só depois que acontecerem, pra que elas aconteçam mesmo. E eu te desejo que virem realidade... E que você tenha o que e com quem compartilhar.
02 dezembro 2015
Como foi 2015?
Falta
menos de um mês pra 2015 terminar... E resolvi dar uma olhada no que aconteceu
nos últimos meses respondendo um quiz que postei num outro blog há alguns
anos...
Como
foi o seu ano, hein?
1.
De 0 a 10, como foi seu ano?
11.
2.
Se pudesse descrever 2015 em 3 palavras, quais seriam?
Trabalho,
pole e Starbucks.
3.
O que descobriu sobre você mesma?
Que
sou mais forte do que imaginava. E um pouco mais flexível também...
4.
Qual conquista te deixou mais orgulhosa?
É
difícil apontar só uma. Mas diria que tem a ver com a minha carreira e aonde
cheguei neste ano.
5.
Qual foi a melhor notícia que recebeu?
Não
recebi a notícia, mas ser efetivada no trabalho depois do curso de férias foi a
melhor coisa que aconteceu em 2015.
6.
Qual foi seu lugar favorito em 2015?
Room
52.
7.
Quais das suas características pessoais foram as mais úteis neste ano?
Paciência
e persistência.
8.
Quem foi a pessoa com quem pode contar ao longo do ano?
Eu
mesma.
9.
Ao quê, ou a quem, é mais grata?
Todo
mundo que cruzou meu caminho nesse ano foi importante. Minha coach teve um papel essencial no meu
desenvolvimento profissional. Sou grata por todos os toques que me deu, pelas
práticas, feedbacks e os “2 minutos”.
10.
Qual nova habilidade você desenvolveu?
A
de me prender de ponta cabeça numa barra foi a que eu jamais imaginei conseguir
um dia.
11.
Se alguém escrevesse um livro sobre a sua vida em 2015, qual gênero seria?
Acho
que poderia ser de autoajuda. Só por acreditar que eu podia fazer alguma coisa
quase impossível, não suportei ouvir desculpas dos outros.
12.
Qual foi a lição mais importante que aprendeu em 2015?
Que
priorizamos o que é realmente importante. Aprendi também que as pessoas não
mudam. E que somos capazes de muita coisa quando queremos.
13.
Qual bloqueio mental você superou?
Não
superei 100%, mas por ser perfeccionista, me cobro demais e acabo sendo
insegura. Acho que tô um pouco melhor... Hoje em dia não me preocupo em agradar
ninguém, a não ser a mim mesma.
14.
Quais foram as 5 pessoas com quem mais gostou de passar o tempo?
Impossível
nomear só 5. Só no trabalho conheci mais de 10 e, no pole, são outras tantas...
15.
Qual foi o melhor momento da sua carreira?
Acho
que foi ouvir da minha coach que minha aula poderia ser considerada
modelo.
16.
Como o seu relacionamento com a sua família evoluiu?
Evoluiu
“online-mente”. Criamos um grupo no Whatsapp e conversamos muito por lá, pelo
menos diminui a distância...
17.
Qual livro ou filme teve algum impacto na sua vida neste ano?
Eu
nunca tinha lido o “Diário de Anne Frank” e acho que se eu tivesse lido quando
todo mundo leu não teria entendido completamente. Deu pra perceber que o mundo
era cruel e que não evoluímos muito... Também gostei bastante de “Eu, SA”, do
Gene Simmons, me fez pensar um pouco sobre gastos e foco.
18.
Qual foi a elogio que mais gostou de ouvir em 2015?
“Ae,
garota!”, “Dá pra ver sua evolução” e “Foi ótima!”.
19.
Quais foram as pequenas coisas que você mais curtiu no dia-a-dia?
As
piadas internas no trabalho. Tem coisas que dou risada em casa, sozinha, no
final do dia...
20.
Quais coisas legais você criou este ano?
Rapport com meus alunos.
21.
Qual foi o estado mental mais comum neste ano?
Otimismo.
22.
Há alguma coisa que fez pela primeira vez neste ano?
P-O-L-E!
23.
Qual foi o momento preferido que passou com os amigos neste ano?
Não
acho que tenha passado muitos momentos com eles ultimamente, mas meu
aniversário foi bacana: estava no lugar que adoro e com pessoas que chegaram na
minha vida neste ano. E, pela primeira vez depois de muitos anos, consegui
passar esse dia feliz.
24.
Pra qual grande objetivo você conseguiu começar a construir a base em 2015?
Profissionalmente,
começando a trabalhar aonde estou, recebendo a ajuda de pessoas experientes e
frequentando treinamentos. Tenho uma ideia do que quero e se pretendo chegar
lá, preciso da base que tive este ano e que terei no próximo.
25.
Qual preocupação foi desnecessária?
A
de que manteria meu emprego...
26.
Qual experiência gostaria de tentar de novo?
Quero
tentar coisas novas... Parece clichê, né?
27.
Qual foi o melhor presente que recebeu?
O
livro que “emprestei” pra minha mãe e que me devolveu no dia do meu
aniversário, com várias histórias sobre as nossas vidas, além dos bilhetinhos
dos alunos no final dos semestres...
28.
Como sua visão geral sobre a vida evoluiu?
Eu
acho que este ano foi de muita descoberta: descobri que não preciso estar
acompanhada pra estar feliz, que posso fazer o que eu imaginava que não era
capaz, só bastava tentar... E que a felicidade vem das pequenas coisas.
29.
Qual foi o maior problema que você resolveu?
Não
me lembro de resolver problemas... Talvez um chuveiro queimado, a fechadura da
porta, probleminhas com o carro... Nada que valesse cabelos brancos ou rugas.
Depois de muitos anos morando sozinha, já sei me virar bem. Não gosto de burocracia
e nem de resolver pepinos, mas a gente aprende a lidar com isso.
30.
Qual foi o momento mais engraçado do ano, aquele que ainda faz você morrer de
rir quando lembra?
Tem
a ver com vídeos de cabras cantando...
31.
Qual compra você fez que se tornou a melhor aquisição de 2015?
A
minha barra de pole, que está no meio da minha sala.
32.
O que faria diferente e por quê?
Talvez
gastar menos dinheiro com livros?! Porque se quero trocar de carro não faz
sentido gastar com livros...
33.
Pelo quê você merece um aperto de mão e aquela batidinha nas costas?
Por
não ter enlouquecido ou desistido.
34.
Quais atividades fez com que perdesse a noção do tempo?
As
aulas de pole, os cafés e livros na Starbucks, o preparo das aulas, e algumas aulas...
35.
No que você mais pensou?
Em
como ser melhor, tanto no trabalho quanto no que faço no dia a dia. E se estava
mesmo preparada pra prestar o CPE no final do ano.
36.
Quais tópicos mais gostou de aprender?
Classroom
management e os moves
mais avançadinhos do pole.
37.
Qual novo hábito você passou a cultivar?
Passei
a me alimentar melhor, larguei um pouco as besteiras, o refrigerante e o álcool.
38.
Que conselho você daria a você mesmo no início do ano?
“Não
perca tempo com gente idiota”.
39.
Alguma coisa na sua vida deu uma baita guinada?
A
vida toda.
40.
O que - ou quem - teve um impacto positivo na sua vida neste ano?
Todos
que entraram na minha vida neste ano foram e são importantes. Quero todos no
ano que vem, pois me fizeram muito bem. Sou muito grata a todos eles. Se não
sabiam disso ainda... Aqui está o meu “thank you very much”.
41.
Qual foi a frase de 2015?
“Queixo
no joelho”.
42.
Você manteve suas promessas de ano novo? Fará novas resoluções na virada pra
2016?
Não
fiz promessas, esqueci. E foi bom, porque não me senti “obrigada” a fazer nada.
Acho que vou seguir esta nova tradição, porque deu certo. Resoluções criam
expectativas e, como dizem, expectativas criam frustrações...
43.
Alguém que você conhece deu à luz?
Sim!
Minha prima Alice ganhou o Daniel.
44.
Alguém que você conhece morreu?
Sim,
o professor de inglês que tive no colegial (que me ensinou a gostar da língua)
e que reencontrei na escola em que fui dar aulas quase 20 anos depois. Foi tão
bom revê-lo e ver o orgulho que sentia de mim por ter escolhido essa
profissão... E foi tão triste quando ele partiu.
45.
Que lugares visitou?
Não
viajei neste ano, não deu muito tempo. Visitei algumas Starbucks diferentes.
Conta?
46.
O que gostaria de ter em 2016 que não teve em 2015?
Mais
dinheiro! E um carro novo...
47.
Quais datas de 2015 ficarão na sua memória e por quê?
12
de Janeiro – primeiro dia de trabalho na Cultura Inglesa
26
de Fevereiro – primeira aula de pole fitness
48.
Qual foi sua maior conquista do ano?
Meu
novo emprego! Adoro o lugar aonde trabalho e aonde cheguei. Sou muito grata
pela oportunidade que me foi confiada e dada.
49.
Qual foi o seu maior fracasso?
Não
ser capaz de enxergar que gente ruim não muda e dar chance pra quem nunca valeu
a pena foi um “fracasso”. O tempo que perdi com essa pessoa não volta. Fica uma
lição e isso não é fracasso.
50.
Você sofreu alguma doença ou fratura?
Machuquei
o joelho no pole, achava que tinha rompido os ligamentos, machucado o músculo,
já estava na sofrência, achando que teria que parar de treinar. Mas duas
semanas de repouso foram o suficiente pra me deixar seminova. Hoje, nem lembro
da contusão.
51.
Qual foi a pior coisa que comprou?
Não
lembro... Acho que foi um carregador de celular pro carro, que não funcionou.
52.
O comportamento de quem merece méritos?
O
meu mesmo, ué. Fui paciente e persistente...
53.
O comportamento de quem te deixou abatida e deprimida?
Não
fiquei deprimida (nem vale a pena!), mas tive muita raiva de uma certa pessoa
por acreditar que ela era capaz de mudar. Não sei se foi raiva desse idiota ou
de mim mesma, por ser tão ingênua. Como disse, perdi tempo e tempo não se
recupera.
54.
Com o que mais gastou seu dinheiro?
Livros,
cafés na Starbucks, roupas, comida, gasolina e contas. Muuuuitas contas!
55.
Qual música vai marcar 2015?
“Am
I Wrong?”, do Nico & Vinz, me faz lembrar dessa turma de alunos de 8-9
anos, cantando o refrão tão bonitinhos...
56.
Comparando essa mesma época com o ano passado, você está:
-
mais feliz ou mais triste? Beeeem mais feliz!
-
mais magra ou mais gorda? Igual,
só que mais forte.
-
mais rica ou mais pobre? Igual
(ou melhor?).
57.
O que gostaria de ter mais tempo para fazer?
Estudar
pra tirar meu CPE...
58.
O que gostaria de ter feito menos?
Gostaria
de ter perdido menos tempo surfando à toa na internet.
59.
Como você pretende passar o Natal?
Com
a minha família, em Santos. Vendo meus sobrinhos se divertindo com o Papai
Noel...
60.
Você se apaixonou em 2015?
Não.
Só por mim mesma e por muitos momentos.
61.
Qual foi seu programa de TV preferido?
Não
assisto TV. Mas assisti muitos vídeos de pole no YouTube pra tentar aprender
coisas novas...
62.
Há alguém que você odeia agora e de quem gostava no ano passado?
Ódio
dá câncer e se não gosto de alguém esse alguém não vale a minha saúde. Se
alguém não me agrada, prefiro a indiferença.
63.
Qual foi o melhor filme que assistiu neste ano?
“Clube
de Compras Dalas”.
64.
Que música mais te animou?
“Do or Die”, do 30 Seconds to Mars.
65.
O que você queria e conseguiu?
Trabalhar
na Cultura Inglesa.
66.
O que você queria e não conseguiu?
Guardar
dinheiro pra trocar de carro.
67.
Qual foi sua comida favorita neste ano?
Abacate.
E tudo o que é possível fazer com ele.
68.
O que você fez no seu aniversário e quantos anos completou?
39!
Tive o dia de folga e fiz tudo o que mais gosto: café da manhã na Starbucks,
com direito a bebida de presente; aula de pole; show com amigos no Manifesto
pra fechar o dia.
69.
O que teria feito o seu ano mais satisfatório?
Eu
não tenho do que reclamar... Mesmo!
70.
Como você descreveria seu estilo em 2015?
Tive
3: o do trabalho (já que preciso seguir um dress
code), o do pole (muitos, muitos, muuuuitos shorts) e o meu mesmo, que não
mudou.
71.
O que te manteve sã?
As
aulas de pole...
72.
Qual celebridade você mais admirou?
Jared
Leto.
73.
Que fato político mais te agitou?
Eu
gostaria que a Dilma saísse do governo. Mas não me ligo em política. Já perdi a
fé. É uma das coisas com a qual não perco tempo, discutindo ou entendendo.
74.
De quem mais sentiu falta?
Da
minha mãe...
75.
Quem foi a melhor pessoa nova que conheceu?
Eu
seria injusta se escolhesse só uma. Todas, absolutamente TODAS, as pessoas que
conheci neste ano são incríveis. Tive muita sorte por ter encontrado cada uma.
76.
Qual plano tinha para 2015 que não seguiu adiante?
Eu
me lembro de ter começado uma conversa com uma amiga de ir pra Seattle nas
férias de julho. Mas não tive férias e quando pensamos nisso, nossas vidas
estavam diferentes. Também pretendia tirar o CPE, mas não tive tanto tempo pra
me preparar pra uma prova tão cara!
77.
Qual foi a maior lição que tirou de 2015?
Não
criar expectativas pra não ter decepções. Tive respostas muito boas quando
deixei a vida me surpreender. Além da história de tentar até o que parece
impossível. A gente não tem ideia do que é capaz...
78.
O que pretende levar para 2016?
A
mesma persistência e paciência que me acompanhou em 2015.
79.
Que letra de música resume o seu ano?
80.
Como pretende começar o próximo ano?
Na praia, tomando todo o sol que não vejo há um ano, lendo os livros que comprei e não tive tempo de ler e poleando nas placas de sinalização enquanto espero o farol abrir...
Na praia, tomando todo o sol que não vejo há um ano, lendo os livros que comprei e não tive tempo de ler e poleando nas placas de sinalização enquanto espero o farol abrir...
01 novembro 2015
Por aí...
Eu sei... Tenho andado "meio" ausente por aqui. Pura falta de tempo pra sentar na frente do computador e escrever alguma coisa. Apesar de muita coisa passar pela minha cabeça o tempo todo (pra isso não me dou folga...), quando tenho uma brecha aproveito pra ler, polear ou bater perna por aí.
Se sentir saudade, pode me procurar nos links que estão aí ao lado (ou pra facilitar a sua vida, segue a lista dos lugares onde pode me encontrar):
Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
Ou no Snapchat: juwashington.
Se sentir saudade, pode me procurar nos links que estão aí ao lado (ou pra facilitar a sua vida, segue a lista dos lugares onde pode me encontrar):
YouTube
Ou no Snapchat: juwashington.
12 julho 2015
Meus lugares em São Paulo
Apesar do trânsito, da quantidade de
gente, do prefeito horrível que a gente tem e das ciclo-faixas que ele espalhou
por aqui eu adoro São Paulo. E, como boa paulistana, há lugares que frequento
tanto que não tem como não recomendá-los aqui. Eis meu “Top 5”:
1.
Starbucks
Mas não é qualquer uma. Tenho a minha
preferida, que é perto de casa e do pole dance. Não importa a hora do dia,
todos os atendentes de lá são sempre supersimpáticos. O único problema é a
quantidade de gente que não consome nada ocupando as mesas nos horários
comerciais. Cansei de entrar lá pra tomar um latte e desisti da ideia porque essa gente espaçosa e seus
computadores estavam por todos os lados. Fora isso, também é recomendável
evitar esta Starbucks em dias de jogos, shows no estádio do Morumbi e nos
horários das saídas do Porto Seguro e Miguel de Cervantes. Nos dias de eventos,
mais gente espaçosa fica por lá só pra usar o banheiro.
Rua
Jeriquara, 109 – Morumbi
2.
Livraria Cultura
Tenho três favoritas: a do Shopping
Market Place, do Iguatemi (a única coisa realmente bacana neste shopping) e do
Conjunto Nacional, na Paulista. Dá pra “perder” horas nessas livrarias... Os atendentes
são super prestativos. É possível importar livros sem custos adicionais e já
fiz isso mais de uma dezena de vezes: sempre respeitam os prazos. Só não
recomendo a do Conjunto Nacional nos finais de semana, porque é sempre bem
lotada.
Conjunto
Nacional – Avenida Paulista, 2.073 – Bela Vista
Market Place – Avenida Dr.
Chucri Zaidan, 902, piso 1 – Morumbi
Iguatemi
– Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.232, piso 3 - Jardins
3.
Manifesto
Lembro até hoje como fui parar neste
lugar pela primeira vez e a impressão, de cara, foi ótima. Ninguém tá nem aí
pro que você veste ou faz. Além disso, sempre encontro muitos amigos. De lá pra
cá, a casa já passou por algumas reformas e sempre volta melhor. Gosto de um
atendente em especial lá, o Fernando. Pra quem curte rock n’ roll não há lugar
melhor. Recomendo as noites de sexta-feira (com hard rock) e sábado (sempre uma
banda cover mais pesada). Sem falar na chance de cruzar com seus ídolos de
passagem pelo Brasil enquanto você se esbalda por lá.
Rua
Iguatemi, 36C – Itaim
4.
El Kabong
Adoro comida mexicana e até hoje não
comi nada tão gostoso quanto a comida de lá. Se bem que, quando levei o pessoal
do Limp Bizkit (super acostumados a comer tex-mex em LA), o comentário foi de
que nem se comparava com a comida mexicana que eles conhecem por lá. Mas, e
daí? Eu adoro o chili e o Los Três Amigos. Vá às quartas, se você for mulher.
Vale a pena! Além do cheque “double” (pra você voltar e comer o mesmo prato sem
pagar nada), tem ainda double de
frozen marguarita. O Long Island Iced Tea de lá também é um dos melhores.
Rua
Mateus Grou, 15 – Pinheiros
5.
Room 52
É onde pratico pole fitness. Há
outras modalidades por lá e, mesmo sem conhece-las, recomendo o lugar de olhos
fechados. As meninas e todos os professores com quem treinei são fofos! Se eu
fosse você, trocaria suas visitas ao terapeuta por aulas de pole!
Rua
Dom Armando Lombardi, 582 – Morumbi
23 junho 2015
Bye, bye teacher...
No início deste ano, comentei com uns amigos que havia encontrado meu professor de inglês do colegial (sim, sou dessa época) dando aulas na mesma escola em que eu passaria o semestre dando aulas do idioma que aprendi com ele. Depois de mais de 20 anos!
Era muito estranho dividir a sala dos professores com alguém que despertou em mim a paixão por essa língua (nenhum outro teacher tinha conseguido essa proeza...). Mas ele falava de mim pros outros com orgulho: "Ela foi minha aluna de inglês e agora dá aulas na Cultura Inglesa!".
Cruzava com ele toda terça-feira. Cruzei com ele na semana passada. O jeitão era o mesmo da época em que ele era o meu professor. Hoje, planejava encontrá-lo novamente pra (talvez) me despedir, já que hoje seria o dia de fechar o semestre com a minha turma de alunos. Mas Alguém tinha outros planos... Que dia triste.
Mesmo sem saber (ou vai saber?), o meu teacher começou meu dia ensinando mais uma lição: viva o hoje. Fale tudo o que tem pra dizer. Nem que seja "tchau". Diga. Na língua que for, mas fale.
Era muito estranho dividir a sala dos professores com alguém que despertou em mim a paixão por essa língua (nenhum outro teacher tinha conseguido essa proeza...). Mas ele falava de mim pros outros com orgulho: "Ela foi minha aluna de inglês e agora dá aulas na Cultura Inglesa!".
Cruzava com ele toda terça-feira. Cruzei com ele na semana passada. O jeitão era o mesmo da época em que ele era o meu professor. Hoje, planejava encontrá-lo novamente pra (talvez) me despedir, já que hoje seria o dia de fechar o semestre com a minha turma de alunos. Mas Alguém tinha outros planos... Que dia triste.
Mesmo sem saber (ou vai saber?), o meu teacher começou meu dia ensinando mais uma lição: viva o hoje. Fale tudo o que tem pra dizer. Nem que seja "tchau". Diga. Na língua que for, mas fale.
16 junho 2015
Toda forma de amor
Esse
último Dia dos Namorados deu o que falar, né? E pra desespero do deputado da
PQP Marco Feliciano a tendência é “piorar”. “Piorar” entre aspas porque algumas
pessoas ainda pensam que vivemos na Idade da Pedra, onde homem comia mulher e
ponto. Ou pelo menos comia a mulher na frente dos outros e o resto às escondidas
e ninguém sabia ou se importava, porque naquela época era vital sobreviver e
não cuidar da vida alheia.
O
Boticário lançou aquela campanha “polêmica” (vá se acostumando com as aspas, porque
parece que serão muitas neste texto, e o que há dentro delas não reflete a
minha opinião, mas a de uma sociedade hipócrita – sem aspas) para essa data tão
especial que celebra o amor. AMOR, minha gente mente fechada, não se limita ao
gênero oposto ao seu. Amor, como você ama estampar no seu Facebook, não tem limites e nem se coloca entre aspas. E por que
raios o amor escolheria a quem amar?
Vou
te dar um exemplo bem idiota: você tem seu animalzinho de estimação, certo?
Gato, cachorro, cobra, passarinho, peixe ou a vaca da sua amiga, com quem você
posta fotos, faz declarações apaixonadas, enche de mimos... A não ser que seja
tudo falsidade, você expressa ali, nesses posts, o que sente por algo (ou
alguém, na sua opinião). E, tudo bem. Porque, afinal de contas, beijar o focinho
do seu cachorro peludo, que enfia o nariz no mijo de outro bicho enquanto você o
leva pra passear na rua é OK, né?
Qual
seria, então, o problema com a tal campanha publicitária que mostrou outras
formas de amor, que não era aquela que você demonstra pelo seu gato, cachorro
ou a piranha da sua amiga? O que há de errado em amar alguém igual a você?
Todo
mundo pára pra ver briga na rua. Filma. Coloca no YouTube. Compartilha loucamente como se não
houvesse amanhã. Essa semana mesmo, assisti um vídeo de dois bêbados quebrando
o pau, em plena luz do dia, e logo embaixo muita gente comentando o post com
KKKKKKKK’s infinitos. Dois homens brigando é engraçado, divertido, digno de
compartilhamentos. Mas dois homens demonstrando sentimentos é tosco, nojento e
desprezível? Reveja seus conceitos pré-históricos, bossais e ultrapassados
urgentemente.
No
ultimo final de semana, o final de semana dos namorados, enquanto eu comprava
os meus próprios presentes numa livraria da Paulista, vi duas meninas apaixonadas
trocando um rápido selinho e presentes. Em plena luz do dia, numa livraria
lotada. Minha reação? Continuei a vida sem fazer drama, protesto ou baixaria. Ninguém
morreu com isso e ninguém nunca morrerá. O Feliciano (e você que tem a cabeça
fechada) que se acostume com a “modernidade”. Todo mundo pede amor, mas não
perde a oportunidade de começar uma guerra, nem que o motivo da briga seja o próprio
amor, oferecido àquele que não os convém.
Pra
todos vocês que ainda condenam essa forma de amor, o meu desejo é que morram
sozinhos, sem ninguém pra amar ou que os ame. E que você se contente – “apenas”
– com o amor próprio, se é que tem algum já que rejeita o amor de um semelhante, né?
09 junho 2015
Quem quer uma boa dose de verdade?
Alguns bons anos atrás, entrei num relacionamento
a distância que durou quase 1 ano. Trocávamos mensagens, ele vinha me visitar
no Brasil com frequência e fazíamos planos. Até que num belo dia (era o feriado
da Independência do Brasil), recebi um email de uma moça que dizia ser a
namorada desta pessoa, o meu namorado. Na mensagem, ela contava sobre o relacionamento
dos dois e como descobriu a minha existência. Minha primeira reação? Liguei na
mesma hora pro filho da puta e exigi explicações. Eu tinha uns 25 anos, era
imatura e respondi o email da coitada – que era tão vítima do safado quanto eu –
com todo tipo de ofensas que você pode imaginar. Sim, essas mesmas e daí pra
baixo.
Defendi o cafajeste, porque acreditei que a mulher
era uma louca desvairada quando, na verdade, ela era uma alma iluminada
tentando abrir meus olhos. Guardei o email e, um ano depois, resolvi responde-lo
novamente, agradecendo a boa ação. O tom foi completamente diferente. Me
desculpei pelas ofensas e me lembro de ter trocado algumas mensagens com a moça
depois disso. O que ela tinha me dito era a mais absoluta verdade.
Alguns outros bons anos se passaram e, me vi no
lugar dessa mulher: resolvi procurar a namorada de um cara que mantinha o
relacionamento com nós duas quando descobri a infidelidade. Pisei em ovos ao
abordá-la, porque já estive do outro lado da mensagem, mas pra minha surpresa
ela disse que já desconfiava de algo. No começo, me agradeceu, admirou minha
atitude, fez um milhão de elogios, mas no minuto seguinte ligou pro cara pra
dizer que eu era biruta. Talvez não soube lidar com tanta informação e preferiu continuar acreditando na mentira.
Eu, no fundo, só queria me desculpar por qualquer
mal estar que tivesse causado ao relacionamento dos dois. Não era minha culpa.
Não era eu quem deveria me desculpar, mas resolvi fazer porque me sentia mal. Eu
não sabia da existência dela. Tive boas intenções e, me fodi! Os dois se
juntaram pra falar mal de mim. Não que eu ligasse pra isso, mas questionei a minha honestidade.
No início deste ano, recebi mais um desses e-mails
surpresa. A moça abriu o coração, ouvi toda a história dela, falei da minha,
comparamos e demos boas risadas. Afinal, éramos duas mulheres maduras, educadas
e bem-resolvidas. Nos falamos até hoje. Nenhuma de nós procurou o cara em
questão pra fofocar sobre as mensagens trocadas. Ia adiantar alguma coisa? O
cara mentiu pra ambas! Ao procura-lo pra tirar satisfação, ele mentiria de
novo, diria que éramos piradas e jamais assumiria a culpa. Mentirosos detestam ser questionados e descobertos. Fato!
Há alguns dias, resolvi conversar com alguém sobre
o que ouvi a respeito dessa pessoa. Não havia namorado em questão, ou
infidelidade, mas um passado em comum. A gente sempre acha que vai ajudar...
Mas, nem sempre é visto assim. O que eu disse foi checado com o mentiroso, o
mentiroso mentiu de novo. E, alguém acreditou...
A questão é: até que ponto as pessoas querem mesmo
ouvir a verdade? Ou será que elas gostam de ouvir a verdade só quando ela soa
bem? Fechar os olhos pra ela não fará com que desapareça. Muitos se esquecem que nem sempre a verdade vem coberta com chantilly e
com uma cereja no topo. Aprender a ouvi-la é uma lição diária, que faz crescer
e é libertador. Estou sempre do lado e atrás dela, até porque fui educada
assim. Mas, depois deste último episódio, não sei mais se gritaria a verdade
pra qualquer um... Os mentirosos ainda são mais sedutores que os sinceros. Triste, né? Mas verdadeiro...
24 maio 2015
O poder do pole dance
Quem
me conhece sabe que sempre odiei atividades físicas. Na escola inventava
qualquer desculpa pra não participar dos jogos. “Tô com cólica” era a minha
preferida e sempre funcionava. Fiz balé, natação, ginástica olímpica, patinação
artística e tênis. Se somar o tempo que me dediquei a cada um desses esportes
não dá um ano da minha vida.
Desde
criança carregava a bandeira do sedentarismo com o maior prazer. Não era aquela
menina que passava o dia na rua andando de bicicleta ou pulando amarelinha. Eu
preferia ficar em casa, dando aula pras minhas bonecas, ou num canto com a cara
nos livros, quando não resolvia criar as minhas próprias histórias.
Depois
de velha, pratiquei beach tennis. E,
como o próprio nome “sugere”, qualquer partida envolvia uma viagem à praia. Não
demorou muito pra minha raquete pink ficar encostada num canto, no meio das
minhas bolsas.
Até
frequentei a academia no meu ano sabático. Mas levantar peso era só um motivo
pra que eu saísse da cama antes das 10 horas da manhã. Nunca morri de paixão
por aquilo e nem combinava comigo. Bastou meu ano off acabar pra minha vontade de malhar ir pro vestiário e não sair
mais de lá.
Há
3 meses, porém, resolvi me aventurar em algo que desafiava todas as minhas
limitações, da timidez ao despreparo físico, passando pela falta de coordenação
motora, força, flexibilidade e tempo: fui à uma aula experimental de pole dance/fitness. Saí dessa
experiência com uma única sensação, a de que minha professora tinha me dado uma
surra com a barra. Todos os pedacinhos do meu corpo doíam... Desisti? Nem morta
(apesar de morta ser a palavra ideal pra definir como me senti)! Encomendei um
pole e instalei na sala da minha casa, bem no meio do caminho.
Descobri
algo melhor que terapia e que sou capaz de tirar forças de onde nem imaginava
que poderia. E tenho levado isso pra vida. As amigas me perguntam, curiosas, eu
recomendo! Aumenta a auto-estima. Os caras elogiam, eu - na minha - dou risada. É incrível o poder que aquilo tem na imaginação desses rapazes. Posto fotos das minhas práticas e
conquistas no Instagram e no Facebook não pra me exibir (a opinião dos outros nunca pagou minhas contas), mas pra registrar o meu
progresso. Mas, sabe como é... Criei um canal no YouTube com essa mesma intenção e me orgulho de cada movimento, de
cada hematoma, de cada queimadura. Mas, sabe como é...
Sem
desmerecer as malhadas, ratas de academia, que mostram os resultados de seus levantamentos de peso fazendo
selfies e biquinhos na frente do espelho, enquanto se intitulam Mulher
Maravilha, mas heroínas não se prendem ao chão e nem terminam o dia com o corpo do He-Man. Se eu puder dar um conselho. abre o olho, Incrível Hulk: enquanto você faz pose na academia, seu namorado curte
meus vídeos, minhas fotos, me elogia inbox e me chama pra sair.
Esse poder só heroínas que realmente voam têm... É o pole dance, sabe como é?
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