11 julho 2016

Eu estava por aí...

Quanto tempo, hein? Muitos meses se passaram desde a última postagem e muita água passou por baixo da ponte de lá pra cá. Meu afastamento daqui não foi proposital e nem planejado, mas o que posso dizer é o óbvio: eu estava vivendo a vida lá fora.

Conheci muita gente, gente boa e do bem - Deus se encarregou de tirar todo o lixo que cruzou meu caminho antes de me ensinar o básico: "Não seja troxa, as pessoas não mudam. Dê uma única chance pra que eles mostrem quem são. Você é boa demais pra desperdiçar seu tempo com quem e o que não te dá valor". Ele me deu essa aula mais de uma vez, de maneiras e com pessoas diferentes, situações diferentes... Levou um tempo, mas graduei.

De lá pra cá, dei muitas aulas. Tive muitas turmas. Comprei muitos livros. Estudei muitas páginas. Frequentei alguns cursos. Anotei. Ouvi. Aprendi mais ainda.

Executei movimentos novos no pole. Perdi o medo. Ganhei força e flexibilidade. Me conheci. E por conta disso, ganhei admiradores dos bons, que torcem pelo meu progresso, e dos maus, que torcem pra que eu me esborrache no chão ou que não dão o braço a torcer, porque admirar é nobre e nobreza não há no coração dessas pessoas. Por isso, não estão por perto (graças àquela lição e limpeza mencionada acima).

Recebi presentes, bilhetinhos, apertos nas bochechas, montinhos de abraços e  todas as formas de demonstração de amor e admiração.

Eu estava ocupada demais pra passar aqui e vomitar tudo de bom que passou pelo meu caminho. Estava vivendo e feliz. E sugiro que faça o mesmo. É saudável e faz bem pro coração. Conte coisas boas só depois que acontecerem, pra que elas aconteçam mesmo. E eu te desejo que virem realidade... E que você tenha o que e com quem compartilhar.